25 Fevereiro 2011

Sermão em audio com Gilberto Theiss: Porquê a chuva serôdia não caiu ainda?

Sermão com Gilberto Theiss: Porquê a chuva serôdia não caiu ainda?

Alguns séculos antes de Cristo, Judá viveu sob deplorável condição moral e espiritual diante de Deus. Profetas como Ezequiel, Daniel e Jeremias, foram levantados por Deus com o objetivo de despertar o povo e prepará-los para cumprir os propósitos de Deus. Estes profetas viveram em períodos semelhantes, sendo Ezequiel e Jeremias nos subúrbios de Babilônia, e Daniel na corte. Advertências e promessas foram dadas a Judá, no entanto, sem nenhum sucesso. 

O professo povo de Deus, infelizmente, colheu as consequências da desobediência deixando de ser livre para ser escravizado pelas nações vizinhas. Em Babilônia, Judá viveu por 70 anos sob o manto da escravidão e sofrimento. No entanto, Deus ainda demonstraria compaixão a Seu povo escolhido. Através do profeta Joel (Joel 1 e 2), o Senhor faria promessas significativas para a restauração tanto física quanto espiritual. A condição estava focada em um reavivamento e reforma. Caso o povo voltasse atrás e se arrependesse de seus pecados; caso abandonasse a idolatria; caso abandonasse a prática da injustiça; caso deixasse de oprimir as viúvas e idosos; caso deixasse de transgredir o sábado; caso voltasse a depositar fé e confiança em Deus, o Senhor além de restituir suas terras, ainda os abençoaria grandemente com o derramamento de Seu Santo Espírito: A chuva temporã e serôdia.

Infelizmente, por causa da obstinada teimosia do povo, esta promessa não alcançou Judá e só obteve seu cumprimento cerca de 4 ou 5 séculos depois com a igreja primitiva. A promessa se cumpriu, mas o seu cumprimento se deu apenas parcialmente (At 2). 

A chuva poderosa do poder de Deus, chamada de chuva temporã, foi derramada sobre a igreja naquele dia do pentecostes. Entretanto, a segunda parte ainda falta se cumprir, e ela somente se cumprirá com o Judá espiritual de nossos dias. Assim como no antigo Israel, a chuva do poder do Espírito Santo tem estado anos em atraso. Precisamos hoje lutar com Deus e buscar com muita firmeza a chuva serôdia. Esta porção dobrada não será derramada sobre nós enquanto vivermos divididos entre Deus e o mundo. Embora muitos queiram o reavivamento, é bom lembrar que, não existe reavivamento sem reforma. Neste sermão, pregado por Gilberto Theiss, mostra a necessidade urgente de buscarmos fazer uma entrega firme a absoluta de nossas vidas nas maos do Senhor. A chuva virá, mais cedo ou mais tarde, ela virá. O que importa saber é, estou buscando hoje esse poder para a minha vida? Ficarei de fora deste grande acontecimento que revolucionará a igreja?

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24 Fevereiro 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10 – 1º Trimestre 2011 (26 de fevereiro a 04 de março)


Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10 – 1º Trimestre 2011 (26 de fevereiro a 04 de março)

Observação: Este comentário é provido de Leitura Adicional no fim de cada dia estudado. A leitura adicional é composta de citações do Espírito de Profecia. Caso considere-a muito grande, poderá optar em estudar apenas o comentário ou vice versa.

Comentário: Gilberto G. Theiss

SÁBADO, 26 DE FEVEREIRO
Inveja
(Pv 27:4)

“Cruel é o furor, e impetuosa, a ira, mas quem pode resistir à inveja?” (Pv 27:4).

A inveja e o ciúme são uma das manifestações emocionais mais destrutivas. Elas podem destruir tanto o invejado quanto o que a manifesta. Geralmente a inveja se alimenta de coisas, posições, dons, habilidades vistas em outros. Quando uma pessoa talentosa se aproxima, alguns podem sentir-se ameaçados. Esta ameaça geralmente acontece quando sua posição, sabedoria, inteligência e poder são ameaçados por outra pessoa. É ai que pode nascer a inveja. Às vezes a pessoa talentosa que se aproxima nem cogita a intenção de angariar a posição ou fama de outrem, mas mesmo assim, a inveja dos demais pode construir um medo e repúdio por ela. Pode ser uma turma de classe escolar que persegue e repudia o aluno brilhante. Neste caso, os demais o repudiam porque se sentem ameaçados por ele. Sua inteligência sufoca os demais. Pode ser em uma empresa, quando um funcionário brilhante é maltratado e perseguido por seus colegas. O detalhe é que, os demais percebem que sua promoção na empresa pode ser ameaçada pelo novo funcionário brilhante.
Entre estes e outros exemplos, a inveja tem o poder de destruir tanto os invejados quanto os que invejam. Os que são invejados, geralmente são deixados de lado, perseguidos ou até mesmo caluniados. O objetivo com estes ataques é diminuir o valor deste indivíduo talentoso. Quanto aos que invejam, esta emoção negativa pode destruí-los devido a intensa carga emocional, e podem ainda se transformar em tirano perdendo a capacidade de amar incondicionalmente. No reino de Cristo, independente de quem somos, melhores ou piores, cabe a cada um individualmente ficar feliz pelo crescimento e habilidades dos outros. A humildade e o desejo de ver os outros bem em todas as faces da vida é resultado de um coração repletamente cheio das virtudes celestiais. Desejar a felicidade e sucesso dos outros é um desafio que, somente os regenerados pela graça poderão demonstrar.

Leitura Adicional

“A inveja causou a primeira morte em nosso mundo. ... Todo egoísmo vem de Satanás. Os seres humanos pertencem a uma grande família - a família de Deus. Eles devem respeitar-se e amar-se uns aos outros. Não devem proferir palavras que ferem e ofendem. Ninguém deve ser injusto nos seus negócios, fazendo com que os seus semelhantes percam a confiança nele. Egoísmo e injustiça trazem infelicidade. Sob a sua maléfica influência, os homens perdem o senso do que significa amarem-se uns aos outros como Cristo nos ama” (Exaltai-O [MM 1992], p. 293).

“Os que amam a Deus não podem abrigar ódio ou inveja. Quando o princípio celestial do eterno amor toma o coração, dimanará para outros. ...
Esse amor não é adquirido meramente para incluir "eu e meu", mas é amplo como o mundo e alto como o céu, e está em harmonia com aquele dos obreiros angélicos. Esse amor, acariciado na alma, adoça a vida toda e projeta sua enobrecedora influência sobre todos em volta. Possuindo-o, não podemos deixar de ser felizes, quer a sorte sorria, quer desagrade.
Se amamos a Deus de todo o coração, temos de amar também Seus filhos. Este amor é o Espírito de Deus. É o adorno celestial que concede verdadeira nobreza e dignidade à pessoa e assemelha nossa vida à vida do Senhor. Não importa quantas boas qualidades possamos ter, por mais dignos de honra e mais cultos que nos possamos considerar, se a pessoa não é batizada com a graça celestial do amor a Deus e de uns aos outros, somos deficientes na verdadeira bondade e inaptos para o Céu, onde tudo é amor e unidade” (Testimonies, vol. 4, págs. 223 e 224).

“O grande Médico vos convida a ir a Ele, para que possa curar-vos. Ele cura todas as nossas enfermidades. As piores dessas enfermidades são a inveja, o ciúme, ruins suspeitas, a maledicência, o desejo de seguir planos que se opõem à obra de Deus. A vida de todos deveria ser santa, mas está cheia de depravação, e por isso os homens são fácil presa das tentações de Satanás. Mas, se Cristo habita em vosso coração, podeis dizer que Ele redime nossa vida da destruição e nos coroa de benignidade e terna misericórdia. Haja, então, cânticos de louvor em nossos lábios e em nosso coração. Meditai nos sofrimentos de Cristo por nós. Em vez de vigiar para encontrar algo a ser acusado e condenado nos outros, dai graças ao Senhor por haver perdão com Ele. Cristo Se entristece quando criticamos e acusamos; pois isto constitui a obra de Satanás. Tiremos águas das fontes da salvação e louvemos ao Senhor.
Não é o sermonar que evidencia que a pessoa nasceu de novo. O apreço pela ternura de Cristo para com as ovelhas do Seu pasto é que torna isso evidente” (Manuscrito 46, 1898).

“A inveja e o ciúme são enfermidades que perturbam todas as faculdades do ser. Originaram-se com Satanás, no Paraíso. ... Os que lhe escutam a voz desmerecerão os outros, e deturparão e falsificarão a fim de se apresentarem bem a si mesmos. Mas coisa alguma que contamine poderá entrar no Céu, e a menos que os que nutrem esse espírito se mudem, jamais poderão ali entrar, pois criticariam os anjos. Invejariam a coroa dos outros. Não saberiam em que conversar a menos que salientassem as imperfeições e erros dos demais” (Nossa Alta Vocação (Meditações Matinais, 1962).

           
DOMINGO, 27 DE FEVEREIRO
Na raiz do mal
(Is 14:12-14; Tg 3:16-17)

“Serei semelhante ao altíssimo” (Is 14:14), foi a expressão que mudou todo o curso da história. Essa nódoa de inveja e ciúmes fez com que a felicidade fosse destronada do universo. Além do mais, os seres humanos criados a imagem e semelhança de Deus passaram, após o pecado, a refletir o caráter de Satanás.
O caráter do diabo pode ser visto nos seres humanos que se permitem agir como ele agiu no céu ao desejar o poder e glória de Deus.
A inveja causa destruição e arrebata o sentimento de satisfação e felicidade. O desejo de querer mais e a busca incessante pelo poder, posição, fama, riqueza em detrimento do bem estar do próximo, poderá trazer como conseqüência a humilhação e a desonra. Satanás, um dia, contemplará gota por gota a eterna ruína resultantes de sua ambição e inveja. Não será diferente com aqueles que viverem e seguirem o mesmo caminho trilhado pelo anjo caído.
Cultivar a humildade, bondade, altruísmo e amor para com as pessoas trará riquezas e maiores dádivas àqueles que fizerem de sua vida um conduto para a exaltação de outros. Lembre-se que, nada é mais precioso aos olhos de Deus do que a humildade e a bondade.
Lúcifer fez a sua escolha e foi completamente moldado por elas. Assim, da mesma forma, consciente ou não, todos estão fazendo sérias escolhas na vida que os moldarão para a eternidade ou para a vergonha e destruição eterna. No entanto, as escolhas não passam vagamente pela mente humana, ela se materializa nas atitudes e nas emoções. Está ai mais uma razão para aprendermos a dominar as emoções tornando-as cativa a Cristo.

Leitura Adicional

            “Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor. Cristo tinha sido introduzido no especial conselho de Deus, na consideração de Seus planos, enquanto Lúcifer não participara deles. Ele não compreendia, nem lhe fora permitido conhecer, os propósitos de Deus. Mas Cristo era reconhecido como o soberano do Céu; Seu poder e autoridade eram os mesmos de Deus. Lúcifer pensou em si mesmo como o favorito entre os anjos no Céu. Tinha sido grandemente exaltado, mas isto não despertou nele louvor e gratidão ao seu Criador. Aspirava à altura do próprio Deus. Gloriava-se na sua altivez. Sabia que era honrado pelos anjos. Tinha uma missão especial a executar. Tinha estado perto do grande Criador e o resplendor incessante da gloriosa luz que cercava o eterno Deus tinha brilhado especialmente sobre ele. Pensava como os anjos tinham obedecido a seu comando com grande entusiasmo. Não era seu vestuário belo e brilhante? Por que devia Cristo ser assim honrado acima dele?” (História da Redenção, p. 14).

            “A inveja não é meramente uma perversidade do temperamento, mas uma indisposição que perturba todas as faculdades. Começou com Satanás. Ele desejou ser o primeiro no Céu e, como não alcançasse todo o poder e glória que buscava, rebelou-se contra o governo de Deus. Invejou nossos primeiros pais, tentando-os ao pecado, e assim os arruinou, e a todo o gênero humano.
O invejoso fecha os olhos às boas qualidades e nobre ações dos outros. Está sempre pronto a desprezar e representar falsamente aquilo que é excelente. Os homens muitas vezes confessam e abandonam outras faltas; do homem invejoso, porém, pouco se pode esperar. Visto como invejar a alguém é admitir que ele é superior, o orgulho não tolerará nenhuma concessão. Se for feita uma tentativa de convencer de seu pecado a pessoa invejosa, ela se torna ainda mais amarga contra o objeto de sua paixão, e muitas vezes permanece incurável.
O invejoso espalha veneno aonde quer que vá, separando amigos, e suscitando ódio e rebelião contra Deus e o homem. Procura ser considerado o melhor e o maior, não mediante heróicos e abnegados esforços por alcançar ele mesmo o alvo da excelência, mas sim ficando onde está e diminuindo o mérito dos outros” (Testemunhos para a Igreja, v.5, p. 56).

            “Que mal indescritível tem feito em nosso mundo este mau traço de caráter! A mesma inimizade que moveu o coração de Caim contra seu irmão Abel, porque as obras de Abel eram justas, e Deus o honrava, e as suas eram más, e o Senhor o não podia abençoar, essa mesma inimizade existiu no coração de Saul. A inveja é filha do orgulho, e, se é entretida no coração, determinará o ódio, e finalmente a vingança e o assassínio. Satanás mostrou seu próprio caráter, instigando o furor de Saul contra aquele que nunca lhe fizera mal” (Patriarcas e Profetas, pág. 651).
           
           
SEGUNDA, 28 DE FEVEREIRO
Os irmãos de José
 (Gn 37:1-36)
           
            O ciúme pode separar até mesmo os mais íntimos amigos e familiares. É exatamente isto que encontramos na história de José e de seus irmãos. Eles, motivados pela inveja e ciúmes, não pouparam José e o perseguiram cruelmente. Na verdade, se Deus não tivesse agido em favor dele, José teria morrido antes mesmo de chegar ao Egito.
            É surpreendente observar o que o pecado é capaz de fazer com os seres humanos. Longe de Deus e próximo de satanás, os homens são capazes de agir das formas mais absurdas e irracionais que possam existir. Se não fosse a atuação do Espírito Santo no mundo, este planeta já teria sido totalmente consumido e destruído pelas maldades humanas. A história de José e seus irmãos podem ser uma síntese bem apresentável do âmago do conflito entre o bem e o mal. Os ciúmes desses homens os levaram a ter um ódio doentio contra José ao ponto de desejarem vê-lo morto.
Infelizmente, convivemos com esta praga emocional que tem trazido problemas até mesmo para a obra de Deus. Os cristãos não estão imunes a tal problema e é possível que muitas pessoas competentes e convertidas tenham sido perseguidas por irmãos e pastores carregadíssimos de inveja. Assim a obra entrava ou segue a passos de tartaruga.
            Os discípulos alimentaram este sentimento de grandeza e ciúmes a ponto de perderem qualquer capacidade de receber o dom do Espírito Santo. Assim, qualquer um de nós, se não nos policiarmos, permaneceremos vazios do poder do céu. Não teremos nenhuma possibilidade de ser instrumentos úteis nas mãos de Deus enquanto alimentarmos o sentimento de grandeza e de ciúmes para com os que trabalham conosco ou estão a nossa volta. Você escolhe, se continuar agindo com soberba, Deus não o auxiliará com dádivas de poder, sabedoria e capacitação. Precisamos aprender a exercitar a humildade mesmo em detrimento de nosso próprio sucesso. É melhor ser humilde e não dado ao ciúmes, no entanto ser usado poderosamente por Deus.

Leitura Adicional

            “A vida de José ilustra a de Cristo. Foi a inveja que moveu os irmãos de José a vendê-lo como escravo; tiveram a esperança de impedir que se tornasse maior do que eles. E, quando foi levado para o Egito, lisonjearam-se de que não mais seriam perturbados com os seus sonhos; de que haviam removido toda a possibilidade de sua realização. Mas sua conduta foi dirigida por Deus a fim de levar a efeito o mesmo acontecimento que tencionavam impedir. Semelhantemente os sacerdotes e anciãos judeus estavam invejosos de Cristo, receando que deles atraísse a atenção do povo. Mataram-nO para impedir que se tornasse rei, mas estiveram desta maneira a efetuar este mesmo resultado” (Patriarcas e Profetas, p.239).

            “Um grande defeito no caráter de Saul era seu amor à aprovação. Esta característica tivera uma influência preponderante em suas ações e pensamentos; tudo se assinalava pelo seu desejo de louvor e exaltação própria. Sua norma para o que era reto e aquilo que o não era, consistia no baixo padrão do aplauso popular. A pessoa que vive para agradar aos homens, e não procura primeiramente a aprovação de Deus, não está livre de perigo. Era a aspiração de Saul ser o primeiro na estima dos homens; e, quando foi entoado este cântico de louvor, uma firme convicção entrou no espírito do rei, de que Davi ganharia o coração do povo, e reinaria em seu lugar.
Saul abriu o coração ao espírito de inveja de que sua alma estava envenenada. Apesar das lições que havia recebido do profeta Samuel, dando-lhe a instrução de que Deus cumpriria o que quer que Ele desejasse, e que ninguém O poderia impedir, o rei demonstrou que não tinha verdadeiro conhecimento dos planos de Deus. O rei de Israel estava opondo sua vontade à do Ser infinito. Saul não tinha aprendido, enquanto governava o reino de Israel, que devia governar seu próprio espírito. Permitiu que os ímpetos lhe dirigissem o discernimento, até mergulhar-se no furor da paixão. Tinha ataques de raiva, ocasiões em que se dispunha a tirar a vida de qualquer que ousasse opor-se à sua vontade. Deste frenesi passava a um estado de desalento e desprezo de si mesmo, e o remorso se apoderava de sua alma” (Patriarcas e Profetas, p. 650).

TERÇA, 01 DE MARÇO
A inveja de Saul contra Davi - I
(1Sm 18:1-9)

            Saul tinha grande estima por Davi. Deu-lhe até um cargo em seu governo pela admiração que possuía por ele. O detalhe é que, enquanto Davi não lhe ameaçava o poder e trono, Saul tinha boas impressões e considerações a seu respeito. Todo este afeto não durou muito tempo. A partir do momento que Davi se tornara um rival para o trono, o ciúmes nascido do coração do Rei o fez temê-lo grandemente. À medida que a inveja crescia em seu coração, seu ódio e desejo de matá-lo também cresciam.
            É exatamente assim que acontece em nosso cotidiano, pois, enquanto não nos tornar-nos ameaças para a prosperidade dos outros, seremos sempre bem aceito e ótimos amigos. No entanto, no dia em que tivermos possibilidades reais de crescer de maneira que, aparentemente, nos tornemos sombras para alguns, nascerá a partir de então, a possibilidade de sermos encarados como inimigos e rivais.
            É claro que não escapamos deste pente fino, pois até mesmo eu ou você podemos estar agindo injustamente com alguém motivados pelo ciúme e inveja. Devemos estar muito atentos, pois é possível que em algumas vezes passemos despercebidos na forma como agimos perante os outros. Basta um comentário negativo ou observação inadequada que façamos de alguém, e podemos com isto estar agindo motivado pelo ciúme ou inveja. Percebe como isto é muito sério? Então, chegou a hora de nos olharmos no espelho e de nos encarar destemidamente. Chegou a hora de rasgarmos o coração a Deus pedindo-Lhe que mude nosso interior e nos torne pessoas mais amáveis e humildes. Sem lutar com Deus jamais conseguiremos sequer reconhecer nossa condição ruim, quem dirá agir contra ela.

Leitura Adicional

““Um grande defeito no caráter de Saul era seu amor à aprovação. Esta característica tivera uma influência preponderante em suas ações e pensamentos; tudo se assinalava pelo seu desejo de louvor e exaltação própria. Sua norma para o que era reto e aquilo que o não era, consistia no baixo padrão do aplauso popular. A pessoa que vive para agradar aos homens, e não procura primeiramente a aprovação de Deus, não está livre de perigo. Era a aspiração de Saul ser o primeiro na estima dos homens; e, quando foi entoado este cântico de louvor, uma firme convicção entrou no espírito do rei, de que Davi ganharia o coração do povo, e reinaria em seu lugar.
Saul abriu o coração ao espírito de inveja de que sua alma estava envenenada. Apesar das lições que havia recebido do profeta Samuel, dando-lhe a instrução de que Deus cumpriria o que quer que Ele desejasse, e que ninguém O poderia impedir, o rei demonstrou que não tinha verdadeiro conhecimento dos planos de Deus. O rei de Israel estava opondo sua vontade à do Ser infinito. Saul não tinha aprendido, enquanto governava o reino de Israel, que devia governar seu próprio espírito. Permitiu que os ímpetos lhe dirigissem o discernimento, até mergulhar-se no furor da paixão. Tinha ataques de raiva, ocasiões em que se dispunha a tirar a vida de qualquer que ousasse opor-se à sua vontade. Deste frenesi passava a um estado de desalento e desprezo de si mesmo, e o remorso se apoderava de sua alma” (Patriarcas e Profetas, p. 650).


QUARTA, 02 DE MARÇO
A inveja de Saul contra Davi - II
(1Sm 19)

A inveja de Saul o levou a ter uma visão das coisas extremamente equivocadas de sua verdadeira realidade. A cegueira é um dos frutos mais destrutivos do ciúme e da inveja. No caso de Saul, se tornou tão doente a ponto de ficar obcecado pelo desejo de assassinar Davi. A pergunta que surge diante de uma narrativa como esta é: “Como pode alguém se tornar tão ciumento ao ponto de desejar a morte de uma pessoa?
Alguns meses atrás, ouvi em um noticiário jornalístico, a história de um homem que fora assassinado friamente. Alguns suspeitos foram presos. No entanto, além dos assassinos, a polícia suspeitou e chegou à conclusão que havia um mandante. Para a surpresa da polícia, ao fazerem uma apurada investigação, descobriram o envolvimento de um homem que nada mais era, o companheiro de trabalho da pessoa assassinada. O maior suspeito e mandatário era justamente o vice gerente geral de uma grande empresa. Vale lembrar que, o homem que fora morto, era exatamente o gerente geral. Em outras palavras, uma das razões possíveis de assassinato, era  a ambição deste indivíduo em ocupar a posição número um da empresa.
A história de Saul é bem familiar e reflete bem o que tem acontecido em nossos dias. Assim como Davi, muitas pessoas tem sido alvo de perseguição pelo simples fato de serem invejadas. Entre os cristãos, esta praga deve ser erradicada, pois uma das evidências do poder de Deus atuando na vida dos crentes é  a humildade e altruísmo.
O ciúme e a inveja, se não forem combatidos, nos tornarão fracos e escravos de Satanás. Devemos tomar muito cuidado, pois podemos estar enganando a nós mesmos com nossas falsas atitudes mascaradas de piedade. Passar o verniz da boa religião só engana as pessoas, mas não engana a Deus que conhece todo o nosso interior.

Leitura Adicional

            “A grandeza e o poder com que o Criador dotou Lúcifer foram por este pervertidos; todavia, quando convém aos seus desígnios, ele pode comunicar aos homens sentimentos encantadores. Satanás pode inspirar a seus agentes pensamentos que parecem elevados e nobres. Não se dirigiu ele a Cristo citando as Escrituras quando buscava vencê-Lo com sedutoras tentações? É assim que ele se aproxima dos homens, disfarçando suas tentações sob a aparência de bondade e fazendo-os acreditar ser ele o amigo e não o inimigo da raça humana. Por essa maneira tem enganado e seduzido a humanidade, iludindo com sutis tentações e confundindo com artificiosos enganos” (Conselho aos Pais, Professores e Estudantes, p. 27).

            “Os reinos deste mundo eram oferecidos a Cristo por aquele que se revoltara no Céu, com o fim de comprar-Lhe a homenagem aos princípios do mal; mas Ele não seria comprado; viera para estabelecer o reino da justiça, e não renunciaria a Seu desígnio. Com a mesma tentação aproxima-se Satanás dos homens, e tem aí mais êxito do que obteve com Jesus. Oferece-lhes o reino deste mundo, sob a condição de lhe reconhecerem a supremacia. Exige que sacrifiquem a integridade, desatendam à consciência, condescendam com o egoísmo. Cristo lhes pede que busquem primeiro o reino de Deus, e Sua justiça, mas o inimigo põe-se-lhes ao lado, e diz: "Seja qual for a verdade sobre a vida eterna, para conseguir êxito neste mundo, precisas servir-me. Tenho nas mãos teu bem-estar. Posso dar-te riquezas, prazeres, honra e felicidade. Dá ouvidos a meu conselho. Não te deixes levar por extravagantes idéias de honestidade ou abnegação. Prepararei o caminho adiante de ti". Assim são enganadas multidões. Consentem em viver para o serviço do próprio eu, e Satanás fica satisfeito. Enquanto os seduz com a esperança do domínio do mundo, ganha-lhes domínio sobre a alma. Oferece aquilo que não lhe pertence conceder, e que há de ser em breve dele arrebatado. Despoja-os, entretanto, fraudulosamente, de seu título à herança de filhos de Deus” (Desejado de Todas as Nações, p. 130).
                       

QUINTA E SEXTA, 03 E 04 DE MARÇO
Inveja contra Jesus
(Mt 27:18; 12:14)

            Os fariseus se esforçavam em ser no exterior aquilo que não eram no interior. Eles construíram uma fachada para demonstrar ao povo uma grandeza que jamais conseguiam alcançar na vida real. É assim que as vezes acontece em nossos dias. Sonhamos em ser algo que não somos. Mesmo não sendo, desejamos tanto ser que, ao nos apresentarmos às pessoas, as enganamos com atitudes baseadas em algo que não somos. Muitas pessoas gostariam de ser adoradas, admiradas, bajuladas, querem ser vistas como pessoas de alta grandeza. Não é errado desejar ser uma pessoa nobre e admirável, mas passa a ser pecado quando, para alcançar tal grandeza, de alguma forma desmerecemos as pessoas que ameaçam nossas oportunidades. Além do caráter e palavras de Cristo serem uma constante reprovação aos fariseus, uma das coisas que fizeram com que eles O perseguissem era o fato de Cristo ameaçar a grandeza que acreditavam possuir.
Ao perceberem que Jesus era admirado pelo povo, ficaram enciumados e revoltados. Tentaram lançar perguntas capciosas pra tentar minimizar a glória dada a Cristo pelo povo. Fizeram tudo o que estava ao alcance para desmerecer  e envergonhar a Jesus, mas, ao perceberem que suas táticas não davam certo, trataram de fazer planos e estratégias para definitivamente acabar com Ele.

Leitura Adicional

            “Quando Cristo esteve na Terra, o povo se aglomerava para escutá-Lo. Suas palavras eram tão simples e claras que o mais inculto dentre as multidões podia compreendê-Lo, e Seus ouvintes escutavam fascinados. Isso enfurecia os escribas e fariseus. Eles se enchiam de inveja porque o povo ouvia tão atentamente as palavras desse novo Mestre. Decidiram então interromper Seu domínio sobre as multidões. Começaram por atacar Seu caráter, alegando que Ele havia nascido em pecado e que expulsava demônios por intermédio do príncipe dos demônios. Dessa forma cumpriram-se as palavras "... sem razão, Me odeiam". Sal. 69:4. Os líderes judaicos injuriavam e perseguiam Aquele que é o mais elevado entre dez milhares e é inteiramente desejável” (Olhando para o Alto [MM 1983], p. 319).

            “O que Satanás planta no coração - ruins suspeitas, inveja, ciúmes, maledicência, impaciência, preconceito, egoísmo e cobiça - devem ser desarraigados. Se se permite que essas más qualidades permaneçam na alma, produzirão frutos pelos quais muitos serão corrompidos. Oh, quantos cultivam as venenosas plantas que matam os preciosos frutos do amor e debilitam a alma!” (O Lar Adventista, pág. 196).

“Unicamente o amor que origina-se no coração de Cristo, pode curar. Unicamente Aquele, em quem flui esse amor, assim como faz a seiva na árvore e o sangue no corpo, poderá restaurar o coração ferido.
O poder do amor possui força maravilhosa, porquanto é divino. "A resposta branda desvia o furor" (Prov. 15:1), "o amor é paciente, é benigno" (I Cor. 13:4); "o amor cobre multidão de pecados" (I Ped. 4:8) - sim, se aprendêssemos nessas lições, quão grande não seria o poder para curar de que seríamos dotados! Como se transformaria a vida, e a Terra se tornaria a própria semelhança e antegozo do Céu!’ (Educação, pág. 114).
           

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro “Nisto Cremos” lançado pela “Casa Publicadora Brasileira”. Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: gilbertotheiss@yahoo.com.br

17 Fevereiro 2011

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 09 – 1º Trimestre 2011 (19 a 26 de fevereiro)

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 09 – 1º Trimestre 2011 (19 a 26 de fevereiro)

Observação: Este comentário é provido de Leitura Adicional no fim de cada dia estudado. A leitura adicional é composta de citações do Espírito de Profecia. Caso considere-a muito grande, poderá optar em estudar apenas o comentário ou vice versa.

Comentário: Gilberto G. Theiss

SÁBADO, 19 DE FEVEREIRO
Auto Estima
(1Pe 2:9; Gn 1:26,27; Jo 3:16)

            “Vocês... são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).
Autoestima, é o nome que se dá aos valores e atributos que alguém dá de si mesma. O que você pensa a seu respeito vai determinar que tipo de emoção o conduzirá por toda a vida ou por um momento apenas.
Infelizmente, as maiorias das pessoas vivem sob o prisma da baixa autoestima. Vivem frustrados e decepcionados consigo mesmos. Na verdade, a sociedade que vivemos, nos torna cada vez mais insatisfeitos e incertos quanto a nossa própria dimensão de existência. A mídia super valoriza as pessoas que tem dinheiro, carro, mansões, beleza, certificados, títulos, poder e um bom emprego. Àqueles que não têm nada disso, neste caso poderíamos arriscar em dizer que seria a maioria, acabam se sentindo com baixa autoestima. O fato é que, todos sonham em seu bonitos, ter um pouco de dinheiro, ter amizades verdadeiras, ser apreciados, ser amados, etc. Quando estas coisas faltam, muitas das vezes essas pessoas jogam a culpa em si mesmas acreditando serem incompetentes para conseguirem.
Nesta semana estudaremos um pouco a este respeito e veremos que existe uma solução para nossas sensações e opiniões ruins.

Leitura Adicional

            “Devemos aproximar-nos da cruz de Cristo. A penitência junto à cruz é a primeira lição de paz que temos de aprender. O amor de Jesus - quem pode compreendê-lo? - é infinitamente mais terno e abnegado do que o amor de mãe! Se quisermos saber o valor de uma pessoa, precisamos olhar para a cruz com uma fé viva, e assim começar o estudo que será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. O valor de nosso tempo e de nossos talentos só pode ser estimado pela grandeza do resgate pago por nossa redenção. Que ingratidão manifestamos para com Deus quando roubamos do que é Seu, dEle retendo nossas afeições e nosso serviço! Seria demasiado darmos a nós mesmos a Ele, que sacrificou tudo por nós? Podemos nós escolher a amizade do mundo de preferência às honras imortais que Cristo oferece - "ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono" (Apoc. 3:21)?...
Os que estão... trabalhando no plano de adição para obter as virtudes cristãs, têm a certeza de que Deus atuará no plano de multiplicação, concedendo-lhes os dons de Seu Espírito. Pedro se dirige aos que obtiveram uma fé assim preciosa: "Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor." II Ped. 1:2. Pela graça divina, todos os que quiserem poderão galgar os resplandecentes degraus da Terra para o Céu, e afinal, "com cânticos e alegria eterna", entrarão na cidade pelas portas” (Review and Herald, 15 de novembro de 1887).

“O homem cujo coração está cheio de Espírito Santo não comete injustiça para com seu semelhante. ...A cruz de Cristo testifica o valor que o Senhor coloca em cada ser humano. Portanto, sejamos cuidadosos ao tratar as pessoas, pois elas foram compradas por um alto preço” (Pamphlet 146: Reporte of Special Meeting, p. 13,14).

            DOMINGO, 20 DE FEVEREIRO
Origem
(Gn 1:26, 27; Sl 8:5; 100:3; At 17:24-28)

            Certa feita, alguns irmãos me pediram para visitar uma jovem que não acreditava em Deus ou na Bíblia. No entanto, algumas outras pessoas me disseram que minha visita seria em vão, pois esta jovem já havia sido visitada por várias pessoas, porém sem resultado algum. Neste caso, vários haviam tentado, mas eu ainda não, e topei fazer a visita. Quando cheguei e me sentei, comecei a fazer-lhe algumas perguntas. A jovem ironicamente me respondeu em um  bem desafiante. Ela disse que se eu conseguisse provar a ela que nós não viemos do macaco, então ela aceitaria começar uma série de estudos bíblicos. E como qualquer instrutor bíblico faria, apresentei  a famosa citação que fomos feitos a imagem e semelhança de Deus (Gn 1:27).
Parecia que ela já esperava esta resposta, pois quando apresentei o texto, de imediato me fez uma pergunta bastante curiosa: “Como você pode me garantir então, que Deus não é um macaco?”
Naquele momento, orei a Deus pedindo-lhe socorro, pois sabia que precisava dar uma resposta inteligente caso quisesse ganhá-la para Cristo. Foi então, que o Espírito de Deus me chamou a atenção para um espelho que estava na parede e me fez pensar em algo que poderia mudar toda a opinião daquela jovem. Com uma postura bem firme, olhei bem nos seus olhos e lhe disse: “Já que você foi feito à imagem de Deus, por favor, levante-se e vá em direção aquele espelho, ao olhe com muita atenção para ele, observe e veja se você se parece com uma macaco. Se você se parecer com um macaco, com certeza Deus também será um macaco”.
Ela parou por um tempo, deduzo que estava raciocinando. Derepente, simplesmente me respondeu: “Que dia começaremos o estudo bíblico?”. Esta jovem, alguns meses depois se tornou membro da Igreja Adventista do Sétimo dia.
O que me chamou a atenção para contar esta história é que, esta jovem era deprimida e cheia de baixa autoestima. No entanto, quando descobriu que sua existência não era sem propósito, até sua perspectiva emocional, psicológica e espiritual mudaram radicalmente. Ao se aproximar da verdadeira compreensão e prática do que significa a nossa existência, sua vida como num todo mudou. Agora ela respirava com mais vontade. Seus sonhos e perspectivas pessoais se revigoraram.
Acreditar que viemos do macaco, da ameba, de uma bactéria ou de explosões, seja qual for a teoria, se ela for moldada de forma que Deus seja excluído, tudo na vida será sem sabor, sem alegria, sem satisfação, sem contentamento, sem esperança e sem sonhos. Do que adianta vir do nada para voltar para o nada? Do que adianta viver sem nenhuma razão de existência para daqui 120 anos? Lembre-se, sua vida, sua existência, por mais sem sentido que seja, nos planos de Deus estão muito bem definidos. Se você existe, é porque alguém havia pensado em você algum tempo antes de sua vinda a este mundo. Não somos como uma areia cósmica perdida pelo universo. Nossa vida tem propósitos eternos e em breve Cristo nos buscará para concretizar esses planos definitivamente.

Leitura Adicional

            “Deus criou o homem à Sua própria imagem. Não há aqui mistério. Não há lugar para a suposição de que o homem evoluiu, por meio de morosos graus de desenvolvimento, das formas inferiores da vida animal ou vegetal. Tal ensino rebaixa a grande obra do Criador ao nível das concepções estreitas e terrenas do homem. Os homens são tão persistentes em excluir a Deus da soberania do Universo, que degradam ao homem, e o despojam da dignidade de sua origem. Aquele que estabeleceu os mundos estelares nos altos céus, e com delicada perícia coloriu as flores do campo, Aquele que encheu a Terra e os céus com as maravilhas de Seu poder, vindo a coroar Sua obra gloriosa a fim de pôr em seu meio alguém para ser o governador da linda Terra, não deixou de criar um ser digno das mãos que lhe deram vida. A genealogia de nossa raça, conforme é dada pela inspiração, remonta sua origem não a uma linhagem de micróbios, moluscos e quadrúpedes a se desenvolverem, mas ao grande Criador. Posto que formado do pó, Adão era filho "de Deus" (Luc. 3:38-Vidas que Falam [MM 1971, p. 11).

“O método de educação instituído ao princípio do mundo deveria ser para o homem o modelo durante todo o tempo subseqüente. Como ilustração de seus princípios, foi estabelecida uma escola-modelo no Éden, o lar de nossos primeiros pais. O Jardim do Éden era a sala de aulas; a natureza, o manual; o próprio Criador, o instrutor; e os pais da família humana, os alunos.
Criados para serem a "imagem e glória de Deus" (I Cor. 11:7), Adão e Eva tinham obtido prerrogativas que os faziam bem dignos de seu alto destino. Dotados de formas graciosas e simétricas, de aspecto regular e belo, o rosto resplandecendo com o rubor da saúde e a luz da alegria e esperança, apresentavam eles em sua aparência exterior a semelhança dAquele que os criara. Esta semelhança não se manifestava apenas na natureza física. Todas as faculdades do espírito e da alma refletiam a glória do Criador. Favorecidos com elevados dotes espirituais e mentais, Adão e Eva foram feitos um pouco menores do que os anjos (Heb. 2:7), para que não somente pudessem discernir as maravilhas do universo visível, mas também compreender as responsabilidades e obrigações morais” (Educação, p. 20).
           
SEGUNDA, 21 DE FEVEREIRO
Autopercepção
 (Mt 22:39; Rm 12:3)
           
Existem dois tipos de pessoas autoavaliativas que conseguem fazer uma percepção negativa ou positiva a seu respeito. 1° Aqueles que se olham no espelho e se consideram um patinho feio. Sempre vêem as pessoas como sendo muito melhores, capacitadas e superiores a si mesmas. Depreciam-se constantemente sempre que lhe surge oportunidade, e mutilam seu potencial e capacidade reduzindo-os a quase nada. 2° Ao contrário deste, existe aqueles que se super valorizam a ponto de imaginar que todos ao seu redor são extremamente inferiores. Estes olham os outros por cima e costumeiramente se julgam mais capacitados para as funções importantes. Normalmente não delegam funções, pois acreditam que as pessoas não serão capazes de executar com sucesso a função designada. São arrogantes e se julgam sempre bons ou melhores diante de muitas circunstâncias.
Estes dois exemplos são extremos e devem ser evitados por nós. Não há dúvidas que devemos nos amar e ter uma boa impressão a nosso respeito. Não devemos nos comportar como se fôssemos a última bolacha do pacote, mas também  não devemos nos comportar como se não existisse nada de bom em nós. Todos somos importantes e cheios de potenciais. Todos somos inteligentes e capacitados por Deus para alguma grande obra. A diferença é que, todos fomos criados com capacidades e inteligências diferentes.  Não podemos nos medir uns aos outros, pois a diferença de talentos e dons é tão variável que este tipo de medição se torna impossível. Por mais incapacitado e sem talentos que pareça ser uma pessoa, há nela potenciais gigantescos que precisam ser trabalhados e amadurecidos. Embora alguns interpretem como arrogância, não há nada de errado em reconhecer que existe um dom nato em você e compartilhar isto com outros. O problema, se existir, estará nas pessoas que vêem isso como uma arrogância.
Precisamos cultivar bons pensamentos a nosso respeito. A maneira como nos vemos determinará em grande parte as nossas ações e nossas emoções. Se você se sentir como um príncipe, agirá como um príncipe. Se você se sentir como um sapo, agirá facilmente como um sapo. Portanto, se sinta e se julgue como o filho do soberano e cheio de grandes coisas para oferecer para o mundo, para a igreja e para o próximo. Não pense que as grandes coisas são apenas para os inteligentes, porque você pode ser tão inteligente quanto os outros. Por exemplo: Thomas Edison precisou fazer duas mil experiências para inventar a lâmpada. Observe, testando dois mil tipos de filamentos, até você poderia ter inventado a lâmpada. Percebeu? Nós não precisamos fazer a diferença inventando a lâmpada, mas podemos fazer uma enorme diferença na vida das pessoas ensinando-as, curando-as e salvando-as da ignorância e da morte eterna. Pense nisto.

Leitura Adicional

           
“Muitos dos que são classificados para fazer um trabalho excelente obtêm pouco porque pouco empreendem. Muitos atravessam a vida como se não tivessem nenhum grande objetivo, nenhum ideal a atingir. Uma das razões por que tal sucede é avaliarem-se abaixo de seu valor real. Cristo pagou um infinito preço por nós, e deseja que nos mantenhamos à altura do preço que custamos.
Não vos contenteis em atingir um ideal baixo. Não somos o que poderíamos ser e o que Deus quer que sejamos. Deus concedeu-nos faculdades de raciocínio, não para que fiquem inativas ou sejam pervertidas por ocupações terrenas e sórdidas, mas para que sejam desenvolvidas ao máximo, refinadas, santificadas, enobrecidas e empregadas no avanço dos interesses de Seu reino.
Ninguém deve consentir em ser uma simples máquina, acionada pelo espírito de outro homem. Deus nos concedeu poder para pensar e agir, e é agindo com cuidado, pedindo-Lhe sabedoria, que podemos tornar-nos aptos a desempenhar posições de responsabilidade. Mantende-vos na personalidade que recebestes de Deus. Não sejais a sombra de outra pessoa. Esperai que o Senhor opere em vós, convosco e por vós” (A Ciência do Bom Viver, p. 498, 499).

“O Senhor fica decepcionado quando Seu povo se estima a si mesmo como de pouco valor. Deseja que Sua escolhida herança se avalie segundo o preço que Ele lhe deu. Deus a queria, do contrário não enviaria Seu Filho em tão dispendiosa missão de a redimir. Tem para eles uma utilidade, e agrada-Se muito quando Lhe fazem os maiores pedidos, a fim de que Lhe glorifiquem o nome. Podem esperar grandes coisas, se têm fé em Suas promessas” (Review and Herald, 14 de julho de 1910).

            “Uma das razões da fraqueza espiritual de hoje é a baixa autoestima que os crentes em Cristo têm por si mesmos. Cristo pagou o infinito preço por nós e deseja que Seus escolhidos se valorizem de acordo com o preço pago por Ele. Não desapontemos Jesus, considerando-nos de pouco valor. Abracemos as oportunidades e privilégios os quais aumentarão o nosso valor para com Deus, pois, ao aceitar os tesouros da Sua graça, nos tornaremos amáveis e preciosos aos Seus olhos. A piedade prática fluindo através de nossa vida é semelhante a fios de ouro, e assim, Deus, contemplando nossa consagração, dirá: ‘Farei que o homem seja mais precioso do que o ouro puro, e mais raro do que o ouro fino de Ofir’ (Is 13:12). Todo o Céu se alegra com o ser humano fraco e defeituoso que se entrega a Jesus e em Sua força vive em pureza” (Signs of the Times, 22 de outubro de 1896).

TERÇA, 15 DE FEVEREIRO
O que os outros vêem
(Gn 3:28)

No mundo em que vivemos, as pessoas são o que os papeis dizem que elas são. O certificado é o crachá de suas habilidades. Mas, em alguns casos isto é tão levado a sério que, até seus valores e caráter são medidos pelo que o papel diz. Para a nossa sociedade, você é bom, se por trás existir um certificado que garanta isto. Por esta razão, com o objetivo de alcançar honra respeito e adulação das pessoas, as pessoas correm frenéticamente em busca de algum título. Existem aqueles que até compram o título com o simples objetivo de ser mais aceito pela sociedade. Por esta razão que existe tantos profissionais sem nenhuma habilidade. Por isto que tem médico amputando a perna errada; dentista arrancando dente errado; advogados sem habilidades e conhecimentos adequados; etc. Um dia um rapaz que fazia direito, perguntou-me quanto eu cobraria para fazer uma monografia pra ele. Fiquei pasmo com tal pedido. Respondi que não faria isto em hipótese alguma! Primeiro, não sou um profissional na área para fazer este tipo de trabalho. Segundo, mesmo que fizesse, estaria  mentindo e ajudando ele a mentir. Terceiro, perguntei a este indivíduo: “Que tipo de profissional você espera ser para nossa sociedade e para o mundo?” Acredite, ele não ficou nem envergonhado. Depois fiquei sabendo que ele havia ido a uma lan-house e feito o trabalho de monografia todinho em apenas 15 minutos.
Portanto, posso dizer com segurança, mesmo que as pessoas não pensem bem a seu respeito, o importante é o que Deus pensa. Gosto muito de um filme chamado “Quase deuses”, e recomendo que você assista. É um ótimo filme que ilustra baseado em fato real o que realmente existe nas pessoas independente de possuírem ou não um certificado. Se considere bom no que faz, mas, procure sempre crescer e amadurecer mais. Não se julgue melhor do que os outros, pois isto estragaria a sua grandeza. Pense que precisa competir com apenas uma pessoa: Você mesma. Olhe no espelho e veja quem é seu maior concorrente e único adversário.

 Leitura Adicional

            “Quem alega ser cristão deve examinar-se e ver se é tão bondoso e considerado para com os semelhantes, como deseja que estes sejam para com ele. ... Cristo ensinou que posição ou riqueza não devem fazer nenhuma diferença em nosso trato mútuo, e que à luz do Céu todos somos irmãos. Posses terrestres ou honras mundanas não contam, na avaliação do homem por Deus. Criou Ele todos os homens iguais; Ele não faz acepção de pessoas. Avalia o homem segundo a virtude de seu caráter.
Possuir a verdadeira piedade quer dizer amarmos uns aos outros, ajudarmo-nos mutuamente, tornar aparente em nossa vida a religião de Jesus. Devemos ser consagrados condutos pelos quais o amor de Cristo flua aos que carecem de auxílio. ... Aquele que mais se aproxima da obediência à lei divina, será de maior préstimo a Deus. Aquele que segue a Cristo, estendendo a mão para alcançar Sua bondade, Sua compaixão, Seu amor à família humana, esse será aceito por Deus como cooperador Seu. Esse não se satisfará com permanecer num baixo nível de espiritualidade. Constantemente alcançará maiores alturas. ...
Quando os filhos de Deus se possuírem de mansidão e ternura uns pelos outros, compreenderão que Seu estandarte sobre eles é o amor, e Seu fruto lhes será doce ao paladar. Começar-lhes-á o Céu, na Terra. Farão para si um Céu cá em baixo, para nele se prepararem para o Céu acima” (Review and Herald, 13 de maio de 1909).
 “Nunca devemos ser frios e incompassivos, especialmente quando lidamos com os pobres. A todos se deve mostrar cortesia, simpatia e compaixão. A parcialidade para com os ricos desagrada a Deus. Jesus é desprezado quando Seus filhos necessitados são desprezados. Não são ricos dos bens deste mundo, mas são queridos ao Seu coração de amor. Deus não reconhece nenhuma distinção de classe. Para Ele não há diferenças sociais. Aos Seus olhos, os homens são simplesmente homens, bons ou maus. No dia do juízo final, a posição, a classe, ou a riqueza não alterarão por um fio de cabelo, sequer, o caso de ninguém. Pelo Deus que tudo vê, serão os homens julgados segundo o que são na pureza, nobreza e amor a Cristo” (Conselho sobre Mordomia, p. 162).

QUARTA, 23 DE FEVEREIRO
O que Deus vê
(Lc 15)

            A pergunta que deveríamos fazer, independente do que somos, seria: “o que Deus pensa a meu respeito?” A resposta é muito simples quando olhamos para a cruz do calvário. Se Deus foi capaz de deixar o céu, seu trono e suas criaturas perfeitas que o louvam e o amam constantemente, com o objetivo de nos alcançar, isto deve significar que somos tão importantes quanto os anjos e as criaturas existentes pelo universo. Este pensamento deveria permear nossa própria concepção de existência e nos fazer ser mais felizes e contentes. Deve criar em nós uma auto-apreciação equilibrada e saudável, pois Deus não nos abandonou em meio aos pecados. Ele poderia ter jogado este mundo nos confins do universo para dele nunca mais se lembrar, no entanto, isto Deus não fez! Será que é necessário mais do que a cruz para provar que para Deus somos mais do que preciosos? Será que algo mais trágico e estranho precisa ocorrer para nos fazer crer que não somos órfãos? Ele pode ser invisível aos nossos olhos, mas isto não O impede de estar presente e atuante em nossa vida. Isto não O impede de manter um exército de anjos ao nosso redor como fez com Lutero quando esteve a caminho de Roma. Isto não impede de montar escudos e muralhas a nossa volta e de nos conceder bênçãos. Meus irmãos, saiba que, Deus vê em você, muito mais do que você mesmo vê.

Leitura Adicional

                        “Jesus deu Sua vida pela vida do mundo, e dá ao homem valor infinito. Deseja que o homem dê valor a si mesmo, e considere seu bem-estar futuro. Se nosso olho for bom, todo o corpo será luminoso. Se a visão espiritual for clara, as realidades invisíveis serão consideradas no seu valor real, e a contemplação do mundo eterno acrescentará alegria a este mundo.
Na medida em que for mordomo fiel dos bens de seu Senhor, o cristão transbordará de júbilo. Cristo almeja salvar todo filho e filha de Adão.
Eleva a voz em advertência, a fim de quebrar o encanto que tem conservado a alma presa no cativeiro do pecado. Roga aos homens que deixem sua enfatuação. Ele lhes põe o mundo mais nobre diante dos olhos, e diz: "Não ajunteis tesouros na Terra." Mat. 6:19.
Cristo vê o perigo; conhece as sutis tentações e o poder do inimigo; pois experimentou as tentações de Satanás. Deu Sua vida para proporcionar um período de graça para os filhos e filhas de Adão. Tendo diante de si o resultado da desobediência e transgressão de Adão, e com maior luz brilhando sobre eles, são convidados a ir a Ele e achar descanso para sua alma. Mas quanto maior for a luz e mais claro o sinal de perigo, tanto maior será a condenação dos que se voltam da luz para as trevas. A importância das palavras de Cristo é séria demais para que elas sejam desrespeitadas” (Review and Herald, 31 de março de 1896).

QUINTA E SEXTA, 17 E 18 DE FEVEREIRO
Um novo homem
(Ef 4:23-32)

Muitas pessoas se esforçam para ser o que elas não são. Criam uma fachada ou tenta agir de uma forma que seja criado uma aparência meramente fictícia. Pessoas assim precisam ser amadas e atendidas com nossas orações, amizade e conselhos, pois, na verdade, estão no íntimo, tentando chamar a atenção para si. Isto ocorre porque provavelmente, devem ter recebido pouco ou nenhum afeto na infância. Agora, depois de adulto, de alguma forma buscam criar uma aparência que seja suficiente para atrair a atenção dos que estão próximos.
Entretanto, é importante lembrar que, a única solução para estes é um verdadeiro encontro com Cristo no sentido de entender que, somente seremos felizes e realizados se nossa vida estiver centrada em Deus. É impossível ser feliz e realizado longe de Deus. A satisfação que muitas das vezes tentamos buscar em coisas, pessoas ou bens, jamais será preenchida com os atributos desta vida. Um verdadeiro e genuíno novo homem, só poderá  nascer ou ressuscitar somente no dia que descobrirmos a verdadeira essência da vida: Jesus Cristo.
O Senso de valor próprio está diretamente ligado a tudo isto, pois, facilmente nos enganamos ao achar que um novo homem deve ser forçado a aparecer especialmente quando não o temos dentro de nós. Há muitos meios de buscar este senso de valorização, mas o verdadeiro, somente pode ser encontrado quando for gerado e nascido dentro de nós pelo poder da presença de Deus em nossa vida. Quando isto ocorrer, os valores morais ligados diretamente ao bom caráter serão transparentes e cheios de vida. No entanto, repito, isto será possível somente se um dia, como Paulo, dissermos: “Não vivo eu, mas Cristo vive em mim”.

 Leitura Adicional

            “A conversão é uma obra que a maioria das pessoas não aprecia. Não é coisa pequena transformar um espírito terreno, amante do pecado, e levá-lo a compreender o inexprimível amor de Cristo, os encantos de Sua graça, e a excelência de Deus, de maneira que a alma seja possuída de amor divino, e fique cativa dos mistérios celestes. Quando a pessoa compreende estas coisas, sua vida anterior parece desagradável e odiosa. Aborrece o pecado; e, quebrantando o coração diante de Deus, abraça a Cristo como a vida e alegria da alma. Renuncia a seus antigos prazeres. Tem mente nova, novas afeições, interesses novos e nova vontade; suas dores e desejos e amor, são todos novos. ... O Céu, que antes não possuía nenhum atrativo, é agora considerado em sua riqueza e glória; e ele o contempla como sua futura pátria, onde ele verá, amará e louvará Aquele que o redimiu por Seu precioso sangue.
As obras da santidade, que se lhe afiguravam enfadonhas, são agora seu deleite. A Palavra de Deus, anteriormente pesada e desinteressante, é agora escolhida como estudo, como o homem do seu conselho. É como uma carta a ele escrita por Deus, trazendo a assinatura do Eterno. Seus pensamentos, palavras e atos, são comparados com esta regra e provados. Treme aos mandamentos e ameaças que ela contém, ao passo que se apega firmemente às suas promessas, e fortalece a alma aplicando-as a si mesmo” (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 253).

“Temos uma obra séria e solene para fazer por nós mesmos, isto é, limpar nosso coração de toda mancha, se quisermos subsistir perante o Filho do homem quando Ele aparecer, sendo por Ele absolvidos. Temos de ser educadores, assim como reformadores. Afastar-nos de todo aquele que erra e não segue nossas idéias, não é proceder como Cristo procede para conosco. Todos somos falíveis e precisamos de piedade, paciência, bondosa consideração e compassivo amor para com aqueles aos quais estamos ligados. Somos todos imerecedores do amor e confiança de Deus” (Carta 30, 1888).

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro “Nisto Cremos” lançado pela “Casa Publicadora Brasileira”. Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: gilbertotheiss@yahoo.com.br

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