28 Maio 2010

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10, 29 de maio a 05 de junho


Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 10, 29 de maio a 05 de junho

Comentário: Gilberto G. Theiss

SÁBADO, 29 DE MAIO

ITEGRIDADE: INTEIREZA E SANTIDADE

“Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade; use linguagem sadia, contra a qual nada se possa dizer, para que aqueles que se opõem a você fiquem envergonhados por não poderem falar mal de nós” (Tito 2:7,8, NVI).

Nada é mais precioso em nossos dias do que a integridade. Em um tempo onde não há esperança, há muito o que falar sobre esperança; da mesma forma, com tanta falta de integridade no mundo atual, há muito o que falar, ou melhor, no agir com integridade.

As pessoas não confiam mais em políticos, não confiam  mais nos amigos, não confiam nem mesmo no próprio parente. É muito comum ouvir a expressão de emprestar dinheiro para um desconhecido ser melhor do que emprestar para um parente.

E infelizmente, há extrema falta de integridade até mesmo entre aqueles que professam ser cristãos. Tem sido muito comum ouvir comentários de cristãos que deram o calote em alguém, ou em uma loja, ou supermercado, etc. Certa vez um senhor dono de uma fábrica de sapatos, me disse que vende fiado para qualquer um, menos para evangélicos. A razão é que um pastor havia lhe dado um prejuízo financeiro enorme, em outras palavras, havia lhe dado calote. Parece que muitos professos cristãos perderam a sensibilidade para a moralidade. Parecem acreditar que a graça de Cristo cobrirá as malandragens e a falta de integridade. É bom entendermos que “o basta crer em Jesus” não salvará ninguém se ficar apenas da boca para fora, se não materializar-se em obras aprovadas por Deus.

Nesta semana aprenderemos que a integridade e a santidade são características que apresentam se temos ou não um caráter saudável.

DOMINGO, 30 DE MAIO

JESUS NO DESERTO

“Então foi conduzido Jesus  pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (Mt 4:1).

É fascinante como podemos hoje ser muito fortes contra a tentação e amanhã sucumbir radicalmente a ela. A influência e a pressão negativa do grupo, exercem grande poder sobre nós de  tal maneira que, mesmo que aos poucos, começamos a ceder até chegar ao ponto de perdermos de vista os mais importantes princípios e valores da fé cristã.  O mais drástico é quando essa influência e pressão negativa surgem de dentro da própria comunidade cristã. Na Bíblia temos o exemplo de Balaão que se tornou uma influência poderosa para o mal, tão poderosa que foi capaz de levar à morte cerca de 24 mil israelitas (Nm 25:9).

Enquanto que pelo exemplo de Balaão, milhares de israelitas se perderam, por outro lado temos o exemplo de Jesus, que por sua vitória, milhares são alcançados para a salvação eterna. Jesus foi tentado no deserto e de mil tentações a disposição de satanás, ele escolheu três para levar o redentor ao fracasso. Jesus foi tentado naquilo que Adão e Eva cederam, sendo o apetite, a presunção e no desejo de possuir mais.

Existem aqueles que, para alcançar ou para não perder algumas coisas que julgam ser importantes, acabam fazendo determinadas concessões no terreno moral. O mais interessante é que as concessões nunca são de uma vez, elas vão sendo praticadas gradativamente e muitas das vezes podem levar anos. Muitos casais de namorados começam a fazer concessões até serem surpreendidos pelo ato sexual pleno. Outros fazem concessões para não perder o bom emprego até chegar ao ponto de abandonar definitivamente a sua integridade quanto a fidelidade ao quarto mandamento. Outros fazem concessões para não perderem a faculdade ou o vestibular. Outros fazem concessões diante do grupo para não parecer careta até se entregar as bebidas, sexo e as drogas. Bom, são muitas as maneiras de se fazer concessões que contrariam a fé. Devemos manter nossa integridade moral a qualquer custo e não ceder em nenhum ponto, pois o pecado ganhará força na medida em que as concessões forem acontecendo.

 SEGUNDA, 31 DE MAIO

MANTENDO A INTEGRIDADE

Esta seção da lição, talvez seja a mais complexa dos últimos anos de lição da escola sabatina. Como manter a integridade diante de tantas conveniências e desarranjos propositais ou forçados por nós mesmos? Vou dar alguns exemplos para deixar mais claro este pensamento. Sonegar impostos, mesmo nas melhores intenções, poderia ser falta de integridade moral? Comprar dvd pirata de um filme ou baixá-lo na internet, poderia ser falta de integridade moral? Instalar um sistema operacional ou um programa qualquer pirata no computador, não seria falta de integridade moral? Dizer uma mentira, mesmo que muito pequena e necessária, não seria falta de integridade moral? Realizar determinados gastos em viagens pela empresa ou pela igreja, gastos que você não faria se o recurso saísse de suas próprias economias, não seria falta de integridade moral?

Quando ganhamos um presente, não deveríamos dizimar o valor correspondente a este presente? Se não fazemos, isto não seria falta de integridade moral diante de Deus? Responder questões de uma prova que você não sabia a resposta, porque alguém sussurrou no ouvido, ou de relance viu a resposta da prova ao lado, ou, mesmo que o acerto seja provocado pelo chute, não seria uma falta de integridade moral? É bom lembrar que uma prova de escola não é dada para testar a capacidade de chute dos alunos, mas o conhecimento adquirido através dos estudos.

A lista pode ser muito grande, mas creio que as citadas acima, são suficientes para nos fazer refletir. Diante de tudo isto, só posso dizer uma coisa, o que o próprio autor da lição já disse: que “se formos honestos conosco mesmos, admitiremos que não somos tão corretos ou transparentes em muitos de nossos procedimentos” (Lição da Escola Sabatina, 2º trimestre de 2010, Saúde e Cura, p. 122).

Os exemplos dados de José (Gn 39:6-12); Davi (I Sm 24:1-10); e Daniel (Dn 6:1-10), são bem enfáticos quanto ao dever cristão diante das circunstâncias mais probantes da vida. A integridade moral, seja qual for, é o ideal pelo qual todos os cristãos devem visualizar e lutar para viver diante de Deus, diante dos homens e diante de si mesmo. Este ideal deve estar permanentemente na agenda de vida daqueles que pretendem carregar o título de “CRISTÃO”. Não se culpe caso esteja em dívidas diante de uma destas questões citadas acima, mas busque dentro do que lhe é possível, fazer sempre o que é mais correto diante dos ideais da integridade. Busque se avaliar pelos pequenos erros, e terá mais probabilidade de ser forte contra os grandes, pois não são as montanhas que nos fazem tropeçar, mas os cascalhos que estão a nossa frente, e nunca se esqueça que Deus deve ser sua rocha e fortaleza em tudo.
  
TERÇA, 1º DE JUNHO

INTEGRIDADE NA VIDA ESPIRITUAL

“ Portanto, vos peço que não desfaleçais nas minhas tribulações por vós, pois nisso está a vossa glória. Por esta causa me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém” (Ef 3:14-21).

Os cristãos, mais do que qualquer outro grupo de pessoas, são como peixes dentro de aquário; todos param para contemplar. As pessoas esperam que pelo menos os cristãos sejam autênticos nos seus hábitos, palavras e atitudes. Acreditam na possibilidade de realmente existir algo de sobrenatural no caráter destes que professam ter a vida nas mãos de Deus. E os que pensam assim não estão equivocados,  pois o poder e a presença de Deus quando buscados, podem fazer o impossível no caráter humano. Nossa condição é tão desfavorável que somente um poder do alto é que se torna capaz de fazer as mudanças necessárias em nós. Carlos Trezza escreveu certa feita que:

“Os desmandos de ordem moral, o desinteresse pelas coisas de valor ético e espiritual, a superficialidade no trato com os assuntos de suprema importância dão ao nosso século a mais triste notoriedade. E reconhecendo o estado de bancarrota total em que nos encontramos, alguns “homens de boa vontade,”, mas desconhecedores da verdadeira condição da alma humana rebelada, andam em busca de remédios miraculosos. Esquecem-se, porém, de que o que está enfermo é o coração; enfermos pela contaminação do pecado. Só um processo que alcance o íntimo desse coração e o transforme será capaz de dar à situação miserável do homem pecador uma nova feição” (Carlos A. Trezza. Reconquista do homem, p. 355).

Se é o poder de Deus que nos transforma o caráter, então, porque razão há tantos na vida cristã que continuam agindo e falando de certa forma, como se nunca tivessem conhecido a Deus? Cada um apresenta um contexto diferente de vida e conseqüentemente podem ter uma experiência de santificação também diferente. Por outro lado, existem àqueles que realmente não tem sido atingido pelo poder regenerador do Espírito Santo.  Para estes, só existe uma resposta, não entregaram a vida da maneira como realmente precisam entregar. O eu ainda reina no coração e a disposição em abandonar o pecado ainda pode estar sendo muito pouca. Os prazeres e as aparentes seguranças do mundo ainda são maiores do que a fé, o temor e o amor a Deus.

A igreja foi fundada para estabelecer comunhão entre os seres humanos e Deus, mas também foi fundada com o objetivo de levar uma mensagem as pessoas que apelem a sua transformação. Igreja que não desenvolve no crente o senso de entrega e de transformação do caráter,  não segue originalmente o plano de Deus. Infelizmente há igrejas evangélicas que não seguem este plano, são fundamentadas na doutrina neoliberal relativista propiciando a pura acomodação no pecado.
A esse respeito escreveu o sexólogo evangélico Ageu Lisboa:

O amor não legitima o pecado. A igreja é, de fato, instituída, para ser uma bênção na comunidade, e isto só pode acontecer quando ela oferece a boa palavra de Deus, quando propicia uma transformação da nossa mente, assemelhando-a à mente de Deus. As igrejas de teologia neoliberal não têm o temor do Senhor e assim, em vez de propiciar transformação e milagres de vida, promovem a acomodação ao miserável status existencial do homem” (LISBOA, Ageu. (Sexólogo) Fundador do corpo de psicólogos  e psiquiatras cristãos (CPPC). Revista VINDE , ano 1, nº 11, p. 39 – Setembro de 1996).

Ellen  White escreveu que uma vida descomprometida com os valores moraes, na verdade revelam o que impera no íntimo do coração (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p.500).

Também nos alertou quanto aos ensinos perigosos de uma falsa santificação que existiria no final dos tempos entre àqueles que professam seguir Jesus Cristo:

“Deparar-se-nos-ão falsas doutrinas de toda espécie, e a menos que estejamos familiarizados com o que Cristo disse, e estejamos seguindo Suas instruções, seremos levados por caminhos extraviados. Uma das mais perigosas dessas doutrinas é a da falsa santificação. Alguns há que pretendem estar santos, e todavia estão transgredindo os mandamentos de Deus. Sua afirmação de se acharem sem pecado é falsa, e não deve ser aceita” (Evangelismo, p.595).

Portanto, não sejamos cumpridores de profecia.

QUARTA, 2 DE JUNHO

INTEGRIDADE SEXUAL

“Pelo que Deus os entregou as paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro” (Rm 1:26, 27).

“Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum. Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne. Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele. Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (I Co 6:15-18).

“Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição” (I Ts 4:3).

“assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno” (Jd 1:7).

É impressionante o nível em que o ser humano tem se rebaixado na esfera da imoralidade. Hoje, a prática sexual tem sido extremamente comum fora do casamento. Mas, além de ser comum fora do casamento, a prática tem sido de natureza das mais deploráveis e insana. Os índices da primeira prática sexual há uns 10 anos atrás estava em torno de 13 à 15 anos entre as meninas, hoje caiu para 09 à 13 anos. E como será o índice para os próximos 10 anos? Embora isto seja preocupante, por outro lado, existem também as práticas ilícitas entre os próprios casados, e claro, além da prática comum do adultério.

Neste caso, estamos levantando índices palpáveis e concretos, o que dizer então daquilo que se passa em nossa mente? Jesus ensinou que o pecado pode estar além das atitudes, sugerindo os pensamentos como ninho para os pecados sexuais. Costumo dizer nos encontros de casais, que o homem é o indivíduo que mais sofre com isso, pois sua imaginação, se não for dominada e controlada, poderá torná-lo escravo das suas mais profundas fraquezas.

 Jesus deixou bem claro que aquele que olhar para uma mulher com olhos impuros, já cometeu adultério com ela. A pergunta que surge é, como pode um simples pensamento ser pecado como se fosse um ato deliberado? A razão é que, o pecado cometido mentalmente, é exatamente aquilo que faríamos se tivéssemos oportunidades para fazer, por esta razão que Jesus discriminou um simples pensamento pecaminoso como sendo semelhante ao ato.

Outra pergunta que surge é, como vencer este enorme desafio? Como controlar os pensamentos? Nos encontros de casais, costumo ter uma conversa bem franca com os homens a sós. Sempre digo que o primeiro passo é abandonar tudo  o que provoque os maus pensamentos. Desde um simples filme de televisão até as coisas mais sérias. Tenho notado que a maioria dos homens cristãos, não assistem programas eróticos e fogem constantemente de todo tipo de pornografia, mas infelizmente continuam assistindo filmes que são aparentemente bons. Mas seria errado assistir um filme de aventura que contenha uma pequena cena de sensualidade ou sexo por uns 3 segundos apenas? Para uma mente com problemas sérios, isto seria suficiente, pois 3 segundos de cenas de uma mulher seminua ou agindo com sensualidade, será suficiente para estragar a mente de um homem por uma semana. Depois, qualquer rabo de saia que surgir diante de seus olhos, sofrerá muito para resistir à persistência da mente e dos olhos em olhar e imaginar.

E este é exatamente o grande problema dos homens casados que não conseguem mais sentir atração pela própria esposa. Contemplam tanto as atrizes cheias de curvas nos filmes e novelas, as mulheres bonitas e formosas que passam diante de seus olhos nas ruas e viajam tanto nas imaginações, que ao olhar para esposa, a mente automaticamente começa a fazer comparações, até chegar ao ponto de perceber que sua esposa não é tão atraente assim. Gostaria de ter de volta os olhos para a esposa e sentir atração por ela? então desvie seus olhos das concorrentes e se concentre apenas na sua esposa. Em poucas semanas ficará satisfeito com os resultados.

Devemos a  qualquer custo, buscar integridade no pensar, pois tudo começa justamente no pensamento. Também é importante termos em mente que, pecados, sejam mentais ou em atos, nos levarão a ruína espiritual e a perdição eterna.

QUINTA E SEXTA, 3 E 4 DE JUNHO

AGINDO COM BASE NA CONVICÇÃO

“Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:1-2).

Convicção? Nem sempre vivemos o que acreditamos. Muitos são criacionistas, mas devoram a criação no ato de comer carne. Muitos sabem da extrema necessidade do exercício físico, mas vivem no sedentarismo pleno. Muitos sabem dos efeitos nocivos do álcool, mas.....muitos sabem dos perigos do adultério, mas.....mas....mas......mas...

A integridade deve ser nossa convicção, mas temos que agir com base nesta convicção. Não tem sentido um médico falar de saúde e ao mesmo tempo ter um cigarro aceso na mão. Não tem sentido um político falar de justiça quando está envolvido em corrupção. Não tem sentido um corredor de olimpíadas dizer que está preparado para conquistar a taça quando ele mesmo não treina para isso.  Não tem sentido um homem falar de fidelidade conjugal quando ele mesmo não é fiel a sua esposa. Da mesma forma, não tem sentido falarmos da redenção e da vontade de Deus sobre nossa vida, se não vivemos de acordo com a fé que professamos e defendemos arduamente.

Penso que é justamente por esta razão que Ellen White escreveu que:

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo do ser sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p. 57).

“Há uma obra que nos cumpre fazer – obra inflexível e de zelo. Todos os nossos hábitos, gostos e inclinações devem ser educados em harmonia com as leis da vida e da saúde. Dessa forma podemos garantir as melhores condições físicas, e teremos clareza mental para discernir entre o mau e o bom” (Conselhos sobre o Regime Alimentar, p. 28).

“O perigo para nós não está na carência, mas na abundância. Somos constantemente tentados ao excesso. Os que desejarem  preservar não diminuídas suas faculdades para o serviço de Deus precisam observar estrita temperança no uso de Suas bênçãos, bem como total abstinência de toda condescendência prejudicial ou degradante” (Conselhos sobre Regime Alimentar, p.29).

Para refletir:

As vezes nos assustamos com verdades como estas, mas o susto que levamos não seria por causa da tamanha distância que temos vivido do ideal?

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro “Nisto Cremos” lançado pela “Casa Publicadora Brasileira”. Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: altoclamor@altoclamor.com
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23 Maio 2010

Descoberta coleção de 45 tumbas faraônicas no Egito


Um grupo de arqueólogos egípcios descobriu uma coleção de 45 tumbas que conservam as múmias em bom estado, pertencentes a vários períodos faraônicos, anunciou hoje o ministro de Cultura egípcio, Farouk Hosny. Em comunicado, o Ministério detalha que os túmulos foram localizados na região de Al Fayoum, a 100 quilômetros ao sudoeste do Cairo, em uma região arqueológica conhecida como Lahun, onde está a pirâmide de mesmo nome.

Os túmulos contêm sarcófagos de madeira pintada e conservam as múmias em bom estado, sob uma vendagem decorada com passagens religiosas do Livro dos Mortos e cenas que representam diferentes deidades do antigo Egito...

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Nota: A história é algo que me facina e cada mistério desvendado, cada história descoberta e cada passado revelado, para mim, de maneira especial, é como descobrir de forma particular, nosso próprio passado. Embora não tenhamos vivido nos milênios anteriores, tudo o que se revela sobre aquele tempo, é como se fosse parte de nossa própria existência. A história deles é em grande fato, a nossa própria história, pois vivemos no mesmo mundo, compartilhamos esperiências semelhantes, parte ou totalmente do que lhes aconteceu, pode ter uma relação íntima e real de nossa cultura atual, de nossa cosmovisão e de muitos dos costumes que nos permeiam nossa maneira de ver e de agir diante das circunstâncias. Para o bem ou  para o mal, a história passada pode ter montado os quebra cabeças da história presente. Um povo sem história é um povo sem passado, sem existência e sem identidade. Até o conflito entre o bem e o mal pode ser melhor interpretado com o conhecimento histórico das eras anteriores.

21 Maio 2010

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 09, 22 a 29 de Maio


Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 09, 22 a 29 de Maio

Comentário: Gilberto G. Theiss

SÁBADO, 22 DE MAIO

TEMPERANÇA

“Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor” (Fl 4:5).

“E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas; ora, eles  o fazem para alcançar uma coroa corruptível,  nó, porém, uma incorruptível” (I Co 9:25).

A temperança  é uma das  virtudes propostas pelo cristianismo. Significa exercer controle, colocar sob limites, equilibrar, ponderar. Essa virtude pode servir para ajudar a controlar, por exemplo, o pecado da gula.

A palavra grega usada por Paulo como no caso de I Coríntios 9:25 é legkrateuomai, traduzida como “se domina”, ou exercer controle. A razão do uso comum desta expressão pode querer ratificar a idéia de que temos grandes e fortes tendências para viver fora da linha do equilíbrio ou do domínio próprio. A falta de temperança ou uma vida em desequilíbrio, compromete nossa forma adequada de vida, atitudes, palavras, idéias e até mesmo a forma como vemos a justiça e a misericórdia.

Sob a ótica da saúde física, grandes prejuízos surgem quando vivemos de forma desequilibrada e sem domínio sobre nós, nossos desejos e ambições, principalmente com relação ao que comemos e bebemos. Nesta semana perceberemos o quanto essa palavrinha deve fazer parte de nossa vida, do quanto ela deve ser levada a sério.

DOMINGO, 23 DE MAIO

O PRIMEIRO ÉBRIO DA BÍBLIA

“Estas são as gerações de  Noé, Era homem justo e perfeito em suas gerações, e andava com Deus” (Gn 6:9).

“Assim fez Noé; segundo tudo o que Deus lhe mandou, assim ofez” (Gn 6:22).

“Depois disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração” (Gn 7:1).

“E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha. Bebeu do vinho, e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda” Gn 9:20, 21).

Não há dúvidas de que Noé tenha sido um homem e tanto, e que merece ser lembrado por sua nobre fé e temor diante de Deus. Suas experiências negativas são suplantadas pelas experiências positivas que teve com Deus. Os desafios em seu tempo foram gigantescos e mesmo assim ele passou por cima de cada uma delas. Não é atoa que a Bíblia nos diz que Noé havia “achado graça diante do Senhor” (Gn 6:8).

Mas, infelizmente, Noé deixou uma experiência bastante negativa quanto a sua bebedeira. Será que realmente ele encheu a cara propositalmente? Será que ele havia se afastado de Deus ao ponto de cometer tal pecado? Noé era homem de carne e osso como nós, e além do mais, possuía uma natureza propensa para o mal como qualquer ser humano. Ele poderia sim ter caído. Por outro lado, existe uma teoria que se for verdadeira, poderia inocentar Noé de tal negativismo. Alguns acreditam que antes do dilúvio, a temperatura, o clima, o ar, se encontravam ainda sobre os laços da perfeição em que foram criados.

Por esta razão, os alimentos conservados não se deterioravam, estragavam ou fermentavam. Com isso vem a crença de que após o dilúvio, todo esse estado equilibrado e perfeito do ar foi modificado impossibilitando as bebidas e alimentos de se manterem conservados. Quando Noé colheu a vinha e fez o suco da uva, na conserva o suco deve ter passado pelo estado da fermentação. É claro que ao beber, Noé deve ter se empolgado, e acabou enchendo a cara. Esta foi a única experiência deste nobre patriarca com o suco fermentado. Se esta idéia for verdadeira, é possível que ele tenha recebido instruções depois de ter se embebedado, e com isso seu pecado, até certo ponto, poderia ser justificado.

Sendo justificado ou não, o pecado ocorreu e este triste relato nos alcança até os dias atuais como advertência. Temos que estar atento aos nossos  momentos de baixa espiritual e não permitir que nenhuma tentação ganhe espaço em nossa mente e nem em nossas atitudes. A Bíblia não relatou este episódio de Noé  para ser seguido, mas para não ser seguido.

SEGUNDA, 24 DE MAIO

O ÁLCOOL HOJE

“Agora pois, toma cuidado, e não bebas vinho nem bebida forte, e não comas coisa alguma impura; porque tu conceberás e terás um filho...” (Jz 13:2,3).

“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não é sábio” (Pv 20:1).

“Não olhes par ao vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. No seu fim morderá como a cobra, e como o basilisco picará. Os teus olhos verão coisas estranhas, e tu  falarás perversidades. O serás como o que se deita no meio  do mar, e como o que dorme no topo do mastro. E dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando virei a despertar? Ainda tornarei a buscá-lo outra vez” (Pv 23:31-35).

“ Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até a noite, até que o vinho os esquente!” (Is 5:11).

“E não vos embriagueis com vinho, no qual  há devassidão, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5:18).

Não é necessário descrever os tantos efeitos maléficos do álcool para convencer alguém. Ninguém neste mundo, mesmo os mais coniventes com ele, possuem qualquer dúvidas quanto a este veneno para a mente, para a vida profissional e para a família.  É triste ver as pessoas fazendo uso desenfreado do álcool mesmo reconhecendo os enormes riscos. Quantas famílias, filhos, profissão, bem estar, felicidade são sacrificados em nome do comodismo, da diversão, ou prazer? Embora exista muita conscientização, ao mesmo tempo existe também um crescente consumo. A impressão que temos é que as pessoas não estão se importando com os sofrimentos e tragédias causadas pelo álcool. A vida é curta então o negócio é aproveitar. Mas, acabar com a saúde e com a família não seria uma forma estranha de aproveitar a vida?

Conheci uma moça que perdeu seus dois filhos durante a gravidez.  A jovem acabou matando seus filhos devido ao uso do álcool. Isso é aproveitar a vida?

Esta forma de aproveitar a vida poderá nos levar a perda de coordenação motora, julgamento desequilibrado, traumas, violência, acidentes, violência doméstica, cirrose, câncer, vício e até demência. Estas coisas não são nem um pouco agradáveis e já que podem ser evitadas, por que não evitar?

TERÇA, 25 DE MAIO

“MAS O ALCOOL NÃO É BOM PARA O CORAÇÃO?”

É muito comum ouvir dizer que o álcool moderado é bom para o coração. Se o uso de álcool de forma moderada é bom para o coração, então  quão bem podemos viver sem ele?

Lembro-me daquele período em que o café estava em baixa, e para não perderem muito com a baixa, vários produtores apelaram incentivando até a produção de sorvete de café. Vários médicos andaram escrevendo e dando entrevistas na TV incentivando o consumo da bebida inclusive nas escolas no momento da merenda escolar. Diziam que o café auxiliaria os alunos durante os estudos aumentando poder de concentração e armazenamento de informações na mente. Logo, o que já era desconfiado, virou fato. Muitos desses médicos eram produtores de café. Na verdade estavam defendendo o seu patrimônio as custas dos outros, mesmo que tivesse que lhes causar algum dano.  Em 1967, o journal of the American Medical Association, publicou uma nota do Dr. H.A. Reimann afirmando que a cafeína, alcalóide xantínico, estimula principalmente o córtex cerebral, o tálamo, os centros vasomotores e respiratórios, e evidentemente o mecanismo regulador da temperatura. Reduz o fluxo do sangue no cérebro. Entre os efeitos tóxicos agudos e crônicos acham-se a insônia, a irritabilidade, palpitação cardíaca, tremores, convulsões, rubor, anorexia, desidratação pela diurese, febre, albuminúria e mal-estar epigástrico. Dos efeitos tóxicos o Dr. Declarou ainda que “diz-se ser corrente o cafeinismo entre os intelectuais, as atrizes, as garçonetes, os empregados noturnos e os motoristas de longa distância. Doenças inexplicáveis podem ter como causa a ingestão excessiva de alcalóides xantínicos, inclusive os que se acham no café, chá, chocolate e os de algumas bebidas populares” (Ver Cafeinismo, Journal of the American Medical Association, 18-12-1967, Nº 12, Págs 131 e 132).

Infelizmente vivemos num mundo onde muitos jogam com a vida das pessoas para manterem seus interesses. É como se o ser humano fosse uma marionete nas mãos dos poderosos, e entre estes, podemos encontrar produtores de alimentos e bebidas, empresários, governos, indústrias cinematográficas, e muitos outros. Para termos uma idéia, os fabricantes de bebidas passaram a injetar cafeína nos refrigerantes. Será que um dos objetivos não seria criar dependência aos seus produtos? Criando dependência nas pessoas, as vendas passariam a ser maiores e certas?

Voltando a bebida alcoólica, dizem que podemos ser beneficiados com o seu consumo moderado. Se procurarmos alguma propriedade benéfica também na maconha será que encontraremos? Com certeza encontraremos, mas seus malefícios suplantam seus benefícios. Se buscarmos encontrar algum benefício no consumo do álcool, com certeza encontraremos, mas seus malefícios serão maiores do que os benefícios.

Testemunho da ciência: Em 1970, o Dr. Albert Q. Maisel, falando a respeito do beber moderado, disse: “Uma sensacional prova recente indica que mesmo o bebericador moderado pode sofrer alguma perda de células cerebrais insubstituíveis – toda vez que bebe. Há muito que os fisiologistas reconhecem que muitos dos conhecidos efeitos do beber são na realidade manifestações do efeito do álcool sobre o cérebro. Efetivamente, confirmaram uma direta relação entre a quantidade de álcool introduzida na corrente do sangue e a parte do cérebro afetada pelos efeitos do álcool... Através das últimas três décadas, entretanto, tem aumentado o número dos que crêem que o álcool age indiretamente sobre as várias camadas do cérebro, privando-as do oxigênio necessário para o funcionamento de suas células. Esta teoria deriva seu apoio mais forte do fato de que a privação direta do oxigênio – como a que experimentam os alpinistas ou aviadores – produz exatamente a mesma seqüência de efeitos que produz o álcool”. Albert Q. Maisel, “O Álcool e vosso cérebro”, Reader’s Digest, págs. 65-67.

Com o consumo do álcool, na melhor das hipóteses, de que adiantaria ter um coração bom e um fígado ruim afetado pelo álcool? Desta forma, qualquer coisa pode ser boa para a saúde, mas não totalmente.

QUARTA, 26 DE MAIO

TEMPERANÇA EM TODAS AS COISAS

“Por isso mesmo, empregando todo o vosso esforço, acrescentai a virtude à vossa fé, e o conhecimento à virtude, e o domínio próprio ao conhecimento e a perseverança ao domínio próprio, e a piedade à perseverança” (II Pe 1:5,6). Versão Século XXI.

Infelizmente, são muito poucas as pessoas que realmente levam a sério a questão da temperança. Para muitos, temperança é apenas o se abster de bebidas alcoólicas, drogas e carne de porco, e se esquecem que abster-se destas coisas é apenas o princípio da temperança. É muito comum também em nossos dias, ser taxado de legalista quando não se compartilha dos mesmos cardápios dos que são um pouco mais liberais. Uma vez um jovem estava muito aborrecido com seus colegas, o motivo de seu aborrecimento é que, por princípio de saúde ele não tomava coca-cola, mas seus colegas insistiam em taxá-lo de legalista por não se atrever a pelo menos beber meio copo. Um outro rapaz teve que mudar de igreja, porque muitos irmãos daquela congregação o chamavam de fanático por não comer nem mesmo um peixinho de vez enquando. Certa vez ouvi um pastor chamar a atenção de alguns membros de sua igreja porque alguns ali faziam deboche da mensagem de saúde e faziam piadas dos que eram vegetarianos.

O objetivo destas histórias não é apresentar o lado negativo de alguns ao lidar com princípios de saúde, mas mostrar que foi Deus quem revelou estes princípios e essas revelações foram dadas para serem seguidas. Quem debocha dos que vivem esses princípios, o faz, não contra os seguidores, mas contra Deus que os deu.
Você pode não se interessar, mas já parou para imaginar nos tantos benefícios que poderá desfrutar ao exercer domínio e praticar da melhor forma possível os princípios necessários para ter vida abundante e longa? Lembre-se que, um viver irresponsável agora, trará grandes perdas e muito sofrimento no futuro.

Também é importante entender que a vida não é apenas comida e bebida. É muito importante manter um estilo de vida baseado em banho de sol em tempo apropriado, exercícios diários, 6 a 8 copos de água por dia, boas leituras, exercícios mentais, boa respiração e muita fé em Deus. Viver sem por em prática essas necessidades, mais cedo ou mais tarde, os resultados não serão os melhores.

QUINTA E SEXTA, 27 E 28 DE MAIO

COMPRADOS POR PREÇO

“Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e eu o levantarei em três dias...Mas o santuário ao qual ele se referia era o seu corpo” (S. Jo 2:19 e 21).

“Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Pois fostes comprados por preço; por isso, glorificais a Deus no vosso corpo” (I Co 6:19 e 20).

A redenção efetuada por Cristo, seu sofrimento, seu sangue no madeiro, sua morte, foram os preços pagos por cada ser humano nesta terra. Paulo escreveu que fomos comprados por preço, e como sabemos, foi um preço totalmente infinito. A realidade é que não pertencemos a nós mesmo. Nosso corpo na verdade não é nosso e ponto final. Mesmo entre os cristãos, muitos de nós tratamos o corpo como se fosse nosso. Infelizmente, cuidamos muito bem do carro, da bicicleta, da casa, do computador do celular, mas do corpo que pertence a Deus o tratamos como se fosse um equipamento velho que não precisa de muita atenção ou reparo.

A falta de temor a Deus e de submissão é tão grande e profunda mesmo entre os que professam ser cristãos, e a evidência disso é justamente a falta de atenção aos cuidados que devemos ter com o que não é nosso, o corpo. Não bebem bebidas alcoólicas, não usam drogas, não comem carne de porco, mas injetam coca cola, refrigerantes, churrascos, comem demasiadamente, não praticam exercícios diários, entorpecem a mente com filmes e novelas cheios de violência, sexo e promiscuidade de toda índole.

Ellen White escreveu que a “verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas e usar judiciosamente aquilo que é saudável” (Patriarcas e Profetas, p. 562). Tudo o que é saudável ao corpo, a mente e ao espírito.

Reflexão: Se não há interesse em ter saúde, vigor, disposição e beleza, então que sua motivação seja pelo menos pelo motivo de agradar e fazer a vontade de Deus.

“Poucos há que se compenetram como deviam do quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo” (Orientação da criança, p. 398).

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro “Nisto Cremos” lançado pela “Casa Publicadora Brasileira”. Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: altoclamor@altoclamor.com

19 Maio 2010

O que se imaginava ser uma nuvem escura e fria na constelação de Órion na verdade é um “vazio” espacial

Um telescópio europeu em órbita encontrou algo inusitado enquanto procurava por estrelas jovens: um verdadeiro buraco espacial.

Ele fica na nebulosa NGC 1999, uma nuvem brilhante de gás e poeira na constelação de Órion. A nebulosa brilha com a luz de uma estrela próxima. O telescópio Hubble a fotografou pela primeira vez em dezembro de 1999. Na época, presumiu-se que um ponto escuro da nuvem era uma bolha mais fria de gás e poeira, que de tão densa bloquearia a passagem da luz.

Mas novas imagens do observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia, mostram que a “bolha” na verdade é um espaço vazio. Isso porque o observatório capta imagens infravermelhas, o que permite que o telescópio veja além da poeira mais densa e enxergue os objetos dentro da nebulosa. Mas até mesmo ao Herschel, o ponto estava preto.

Os astrônomos acreditam que o buraco, medindo 0,2 anos-luz, foi feito pelo processo tumultuoso de nascimento de uma estrela embrionária vizinha, chamada V380 Ori. Esta proto-estrela já é 3,5 vezes o tamanho do Sol. O time que fez a descoberta acredita que a V380 Ori está sinalizando sua quase maturidade ao projetar rapidamente colunas de gás de seus pólos, que estão destruindo qualquer material remanescente da formação da estrela.

“Achamos que a estrela está lançando um jato na velocidade de centenas de quilômetros por segundo, e é ele que está causando o ‘buraco’ na nuvem vizinha,” disse Tom Megeath, que coordenou a pesquisa pela University of Toledo, em Ohio, nos Estados Unidos. “Essencialmente, esses jatos de gás estão sendo projetados e eles acabam com todo o gás e poeira.”

Herschel e os buracos

Megeath comentou que o telescópio que descobriu o buraco é batizado em homenagem ao astrônomo William Herschel, que viveu no século XIX. Em suas catalogações do céu noturno, Herschel registrou diversos trechos escurecidos que ele imaginou que fossem buracos, mas na verdade eram apenas nuvens escuras.

“Daí em diante, sempre que se via o que parecia um buraco espacial, se presume que são nuvens,” explicou. “Chega a ser irônico que agora, quase 150 anos depois, um telescópio chamado Herschel viu algo que todos achavam que era uma nuvem, e na verdade era um buraco de verdade”.

Fonte: http://ultimosegund o.ig.com. br/ciencia/ buraco+espacial+ intriga+cientist as/n123762441397 1.html

A CONSTELAÇÃO DE ÓRION E A PROFECIA DE ELLEN WHITE
O SONHO
A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A Santa cidade descerá por aquele espaço aberto.  (Vida e Ensinos pg 110, Primeiros Escritos pg 41)
Em 1959 o Professor Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, escreveu um livro chamado Maravilhas da Ciência que foi publicado pela Associação Brasileira de Astronomia, que não teria publicado seu livro caso se tratasse de uma bobagem, sendo este livro usado como referência no estudo da astronomia no Brasil. Julio Minham fala muitas coisas sobre o espaço sideral e da física, e num dos capítulos deste livro ele fala sobre Nebulosas Bizarras. O observatório de Mont Palomar na Califórnia que era o mais sofisticado da época. Notem que em 1959 o homem não havia ainda sequer pisado na lua. Aquele observatório mostrava que em Órion parecia ter um túnel, um buraco, um espaço aberto e ele conclui esse capítulo sobre Órion naquela data dizendo o seguinte sobre a Nebulosa e os Escritos de Ellen White:
“Uma escritora americana, Ellen G.White, que nada sabia de astronomia e que provavelmente nunca ouvira falar da Nebulosa de Órion, em um de seus livros traduzido para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar esta luminosidade escreveu…
A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A Santa cidade descerá por aquele espaço aberto.  (Vida e Ensinos pg 110)
Ele conclui dizendo: [...] Isso dito assim tão simplesmente por que nunca olhou um livro de astronomia, nem sonhava com buracos em parte alguma do céu, só pode ser creditado a dois fatores:  histerismo ou inspiração. Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade, a Nova Jerusalém, tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel, nem que ele é tão largo a ponto de comportar noventa sistemas solares. Terá sido revelado a esta escritora, uma verdade que os astrônomos não puderam descobrir? (Maravilhas da Ciência, pg 281)
O Dr. Julio Minham é adventista mas o que chama a atenção é o fato da Associação Brasileira de Astronomia ter pedido para ele escrever este livro, onde ele testemunha sobre Ellen White.
Lembre-se: "Dentro em breve... o que há de vir virá, e não tardará." Hebreus 10:37
Um ótimo dia á todos,
Clodoaldo
Jovens de Coração - Várzea Paulista

14 Maio 2010

Comentário da lição da escola sabatina - Lição 08


 Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 08, 15 a 22 de Maio

Hoje é o dia. Experimente as bênçãos e milagres de participar do Impacto Esperança

Comentário: Gilberto G. Theiss

SÁBADO, 15 DE MAIO

A atmosfera de louvor

“Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passo a ser alma vivente” (Gênesis 2:7).

Deus soprou nas narinas de Adão o fôlego de vida, conseqüentemente Adão se tornou alma vivente, ou seja, de um simples boneco de barro, passou a ser um humano vivo.

Não podemos ver e nem mesmo tocar, mas sabemos que o ar está ocupando todos os espaços visíveis ou invisíveis. Deus criou este planeta e antes de trazer o homem a existência, criou tudo o que era necessário para mantê-lo vivo. O ar é um desses importantes ingredientes, e sem ele não podemos sobreviver.
Não preciso descrever do quanto somos dependentes do oxigênio, basta fazer o simples teste de tampar o nariz e a boca, e observar o tempo que pode ser suportado sem o ar. Embora Deus seja o autor da vida, ele mesmo tratou de estabelecer leis químicas para que a vida permaneça na ativa.

                Ao contrário da água e da energia, o ar chega a todos nós totalmente gratuito, portanto desfrutemos dele da melhor forma possível, enchendo bem os pulmões retendo-o  por alguns segundos e depois soltando-o aos poucos.
                Durante esta semana faremos uma viagem neste tema para aprender um pouco mais do que na verdade já sabemos, porém pouco valor temos dado.

DOMINGO, 16 DE MAIO

A CRIAÇÃO

“No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gn 1:1-2).

“E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom” (Gn 1:11-12).

A terra estava  ali, lançada no espaço, sem forma, vazia, como um verdadeiro caos apresentando deformidade ou sem nenhuma estética que pudesse despertar admiração.
O mais intrigante é o que Deus pode fazer deste planeta caótico, sem vida e sem forma num planeta que possivelmente teria sido  um dos mais belos de todo o universo. Desta mesma forma, Deus pode pegar em suas mãos o ser humano mais deformado que existe e fazer dele uma das coisas mais belas de sua recriação.

 O que devemos destacar sobre esta ótica, é que Deus criou a terra em uma cronologia biológica óbvia. Tudo o que veio a existência, surgiu com propósito de preparar o ambiente para novas criações ou criaturas. Por exemplo, antes da criação do homem e dos animais, Deus criou as arvores e toda a vegetação. A fotossíntese era fundamental existir antes de o homem surgir no cenário. Deus respeita suas próprias leis, e a seqüência do que foi criado revela que Deus respeitou até mesmo as leis da ciência, da química, da física, da  nutrição e da biologia.


SEGUNDA, 17 DE MAIO

A NECESSIDADE DE AR

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o  homem tornou-se alma vivente” (Gn 2:7).

Embora o oxigênio já tenha sido criado antes do homem, podemos sugerir que Deus tenha feito questão de soprar primariamente seu ar (Espírito) em suas narinas, talvez com o objetivo de nos ensinar que acima da necessidade do ar, está a necessidade absoluta que temos do originador do ar, Deus. Não podemos viver em hipótese alguma sem o ar, quanto menos de Deus. Assim como devemos buscar respirar adequadamente e bom ar para obter boa saúde física e mental, da mesma forma devemos buscar a Deus adequadamente e com qualidade para obter saúde espiritual.

            Cada ar que respiramos, serve de lembrete de que foi projetado sob medida e concedido a todos nós através de Adão. O primeiro ser nesta terra que inalou oxigênio para os pulmões foi Adão, e conseqüentemente todos nós que viemos de suas entranhas (Natureza) inalamos o mesmo ar, embora não seja mais o puro ar do Éden.

O ar não pode ser visto como realmente ele é, mas podemos ter uma noção ao ver um pneu de bicicleta, o botijão de oxigênio e as folhas balançando. Ele preenche os espaços vazios, inclusive os espaços do nosso pulmão.
Assim também, Deus deve preencher todos os espaços de nossa vida, desde as mais simples e menos importantes até as maiores e mais importantes. Será que a maneira em que fomos criados, dependentes do ar, não teria sido proposital para mostrar nossa total dependência de seu Santo Espírito?

TERÇA, 18 DE MAIO

O AR SOBRE NOSSA CABEÇA

“Como, pois, pode o servo do meu Senhor falar com o meu Senhor? Pois, quanto a mim, desde agora não resta força em mim, nem fôlego ficou em mim” (Dn 10:17).

“Escondes o teu rosto, e ficam perturbados; se lhes tiras a respiração, morrem, e voltam para o seu pó” (Sl 104:29).

“Sai-lhe o espírito, e ele volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos” (Sl 146:4).
 
O ar encontra-se em toda parte porque penetra em todos os lugares. É tão microscópico que é capaz de atravessar os orifícios de uma bexiga, por isso que esses balões de aniversário murcham com o tempo. O ar está presente em todos os lugares, inclusive na água tem ar, pois está dissolvido nela. Dentro da terra também existe ar. Uma garrafa pode estar vazia, mas na verdade está cheia de ar. Bom, como observado, não tem como fugir deste gás tão necessário à vida.

 Os textos apresentados neste dia também nos revelam outra lição importantíssima. O ar é oferecido gratuitamente para a conservação da vida. É como se o ar tivesse nossas vidas em suas mãos. Foi Deus quem nos deu este ar e é por ele que vivemos e sobrevivemos. O ar é um símbolo da dependência que temos de Deus. Somente Ele (Deus) pode nos manter vivos mesmo com a ausência do ar. Os profetas quando  estavam em visões, muitas das vezes não respiravam, e só não morriam porque estavam sob a proteção de Deus. Quando as pessoas morrem, elas dão seu último suspiro, jogando o ar dos pulmões para fora.
Todos nós um dia morreremos, o ar um dia entrará pelo última vez em nossos pulmões. Este não é um problema para os que morrem em Cristo, pois para esses, o último suspiro do ar significará apenas um breve descanso de nossa jornada nesta terra.

QUARTA, 19 DE MAIO

AR RUIM, BOM AR

 Você já imaginou o nível de qualidade de ar que respiravam Adão e Eva? Se o ar que temos, poluído, sujo e carregado de intempéries ainda é capaz de nos conservar a vida, imagine o ar que respiravam nossos primeiros pais?

São científicas as descobertas de doenças que estão ligadas direta e indiretamente ao ar poluído. Por esta razão é que precisamos sempre estar em contato com o campo, mesmo que seja de vez enquando, para refrigerar, limpar e aliviar o organismo dos problemas do ar das cidades. É importante também manter a casa sempre invadida pelo sol e também pelo bom ar. O sol e o bom ar ajudam na eliminação de fungos e mofos, conservando o ambiente mais puro para a respiração.
Sempre que possível, a utilização de plantas, pode contribuir para a filtragem do ar que circula dentro de nossa casa. Infelizmente a maioria das pessoas não valorizam o bom ar e acabam por conseqüência arcando com vários males no futuro. Até uma simples dor de cabeça pode ser resultante de um ar respirado inadequadamente ou de um ar poluído.

Outra dica importante é segurar o ar nos pulmões por alguns segundos e depois soltá-lo gradativamente. Se você jamais fez isso, nas primeiras vezes sentirá um pouco de tontura, e se isto acontecer pode significar que essa quantidade de ar tenha sido rara em seu organismo. De qualquer forma, a advertência foi dada e cabe a nós nos preocuparmos um pouco mais com estes detalhes.
Observe este importante conselho:

“Deve-se conceder aos pulmões a maior liberdade possível. Sua capacidade se desenvolve pela liberdade de ação; diminui, se eles são constrangidos e comprimidos. Daí os maus efeitos do hábito tão comum, especialmente em trabalhos sedentários, de ficar todo dobrado sobre a tarefa em mão. Nessa postura é impossível respirar profundamente. A respiração superficial torna-se em breve um hábito, e os pulmões perdem a capacidade de expansão” (Ellen G. White, A ciência do Bom Viver, p. 272, 273).

QUINTA E SEXTA, 20 E 21 DE MAIO

A ATMOSFERA CELESTIAL

“Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina, quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?” (Jó 38:6-7).

“Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos e força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais a sua vontade! Bendizei ao Senhor, vós todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio! Bendizei, ó minha alma ao Senhor!” (Sl 103:20-22).

“Louvai-o todos os seus anjos; louvai-o todas as suas hostes!” (Sl 148:2).

“Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15:7).

“Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21:4).

Algum tempo atrás, palestrando para os jovens de uma determinada igreja adventista, perguntei-lhes, por que razão quando falamos da eternidade ou da segunda vinda de Cristo, não sentimos tanto a impressão em nossos corações e por que nossos olhos não brilham? Impressionamos-nos e nos emocionamos quando assistimos a um filme de romance ou de ficção, mas não sentimos impactos emocionais quando lemos na Bíblia sobre a eternidade. Infelizmente, as imagens fantasiosas de ficção, romance e todo tipo de cena estimulante tem roubado de nós a pouca sensibilidade para as coisas espirituais. Aconselhei muitas pessoas a dedicarem menos tempo à televisão e mais tempo para meditar nas promessas de Deus e no mundo vindouro. Os que se arriscaram nesta jornada, passaram a eliminar quase que totalmente os filmes que assistiam, pois sentiram mudanças significativas na vida espiritual e no interesse pelas coisas eternas.

Satanás tem tentado nos desviar a atenção daquilo que realmente é importante. Acabamos sendo engolidos por ele sem nos aperceber. Meu comentário na verdade não tem o objetivo de criar  uma apologia contra a televisão, mas para mostrar que nossa mente tem sido amarrotada com coisas sem valor e que por algum motivo ainda acabam minando nossa sensibilidade para as coisas eternas. A atmosfera do céu como apresentado nestes textos, embora muito pálida, deveria ser nosso maior sonho e extrema motivação em lutar por ela. Nosso coração deveria arder de desejo pela futura oportunidade de viver em um ambiente perfeito de louvor, alegria e satisfação eterna concedidos pela Graça de Cristo.

 Refletir:

“Deus convida Seu povo a despertar, abandonar a atmosfera glacial em que tem vivido, sacudindo energicamente as impressões e idéias que fizeram esfriar os sentimentos de amor, conservando-o numa inatividade egoísta. Convida-o a elevar-se acima do baixo nível terreno e a respirar a atmosfera luminosa do céu” Testemunhos para A Igreja, v.5, p. 607.

“Aqueles em quem Cristo havia serão circundados duma atmosfera divina, Suas brancas vestes de pureza exalarão o perfume do jardim do Senhor, Seus rostos refletirão a luz do Seu semblante, iluminando o trilho para pés fatigados e prontos a tropeçar” O Maior Discurso de Cristo, p. 135.

“Ainda que  nos achemos numa atmosfera maculada e corrupta, não somos forçados a respirar suas fétidas emanações, mas podemos viver no puro ambiente do Céu. Podemos cerrar todas as portas a imaginações impuras e pensamentos profanos, erguendo-nos à presença de Deus por meio de sincera oração. Aquele cujo coração se acha aberto para receber o auxílio e a bênção de Deus há de viver numa atmosfera mais santa que a da terra, tendo constante comunhão com o Céu” Caminho a Cristo, p.99.

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro “Nisto Cremos” lançado pela “Casa Publicadora Brasileira”. Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: altoclamor@altoclamor.com
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