25 Dezembro 2008

Palestra em Áudio: A grande voz do Terceiro anjo e a sacudidura

Palestra Realizada por Gilberto Theiss apresentando a falta de poder da mensagem do 2º anjo e o grande poder da mensagem do 1º e do 3º anjo com a sacudidura. Vale a pena baixar e ouvir. A qualidade do áudio não é boa mas é compensado pelo conteúdo apresentado.

23 Dezembro 2008

Palstra sobre Perseguição final

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Parte de uma palestra realizada na cidade de Santa Ernestina/SP (Câmara municipal da cidade).

O tema foi sobre as chamas da perseguição final

Estamos de mudança

Comunicado

Olá queridos internautas. Agradeço a preocupação em saber porque tenho demorado em postar novos artigos e dar respostas as perguntas e questionamentos levantados. Nesses dias ou semanas temos tido dificuldades de atualizar tanto o site alto clamor quanto o blog. A razão pela qual temos tido dificuldades é devido as mudanças em que estamos envolvidos. Estamos nos mudando do sul de minas para a cidade de Cachoeira na Bahia. Nosso ministério estará se centralizando nessa região temporariamente. A partir de fevereiro ou março tudo voltará ao normal novamente e estaremos colocando no ar novos artigos, comentários e assuntos teológicos. Isso não quer dizer que não haverá novas postagens, apenas quer dizer que durante este período estaremos diminuindo um pouco nossas atividades e respostas que comumente damos a internautas queridos. Peço a compreensão de todos pelas demoras de respostas e de novas postagens. Enquanto as coisas não se normalizam, os queridos podem conferir os artigos já existentes no blog e no site.

Deus nos guarde e nos abençoe.

Gilberto Theiss - Ministério Alto Clamor

10 Dezembro 2008

Sinal da besta X sinal de Deus

Parte de uma palestra realizada na cidade de Santa Ernestina/SP

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Uma novidade interessantes na defesa do domingo

UMA NOVIDADE INTERESSANTE NA DEFESA DO DOMINGO

Temos analisado em várias oportunidades alguns argumentos de indivíduos que buscam justificar sua negligência ou desprezo pelo mandamento do sábado e após enumerar os vários tópicos de objeções à vigência do 4o. mandamento para o nosso tempo (aqueles velhos e surrados argumentos da “lei abolida”, “nova lei de amor a Deus e ao próximo”, “qualquer dia serve”, “sábado cerimonial”, etc.) notamos ao final um detalhe interessante. Como dizíamos num desses estudos, sob o título “O Argumento Que Faltou”:

* Curiosamente, a posição oficial das diferentes igrejas e seus grandes próceres e instrutores, de que o domingo foi adotado pela Igreja Cristã desde o mais remoto período de sua existência em substituição ao sábado do sétimo dia, é desprezada e passada por alto pelos seus modernos integrantes. Preferem apegar-se a argumentos que destroem o princípio de um dia de descanso divinamente determinado, mas não parecem capazes de oferecer nada melhor no lugar. São bons na destruição de um conceito, mas nada eficientes na construção de uma teologia que justifique tal atitude revisionista quanto ao ensino oficial e tradicional de suas próprias denominações a respeito da questão do dia de repouso. Só há uma explicação para isso—o reconhecimento de falta de embasamento bíblico para a instituição dominical.

Contudo, não é que finalmente aparece um advogado do domingo apresentando uma nova e revolucionária tese nesse sentido? O nome do “novidadeiro” é Harold Camping. Sua teologia particular de defesa do domingo é realmente bem engenhosa, mas só que jamais qualquer erudito cristão, mesmo dentre os mais entusiastas defensores do domingo como substituto do sábado bíblico, expressou-se segundo as linhas de seu raciocínio. Vejamos que teoria é essa, que por enquanto ainda não chegou ao Brasil, quanto saibamos, analisada pelo nosso erudito especialista em questões sábado/domingo, Dr. Samuele Bacchiocchi:

HAROLD CAMPING—DOMINGO: O DIA DE REPOUSO?
Dr. Samuele Bacchiocchi

Em anos recente várias tentativas enganosas têm sido feitas para legitimizar o domingo como o dia de descanso bíblico. Por exemplo, em sua Carta Pastoral ‘Dies Domini’-O Dia do Senhor, o Papa João Paulo II promove a observância do domingo como um imperativo moral enraizado no Quarto Mandamento. Uma análise detalhada desse importante documento se encontra no capítulo 1 de The Sabbath Under Crossfire, intitulado “Papa João Paulo II e o Sábado”. [Obs.: Também temos um artigo que disponibilizamos a qualquer interessado onde há uma síntese desse capítulo referido].

Calendários europeus perpetuam o engano do domingo/sábado ordenando os dias da semana horizontalmente com a segunda-feira como o primeiro dia e o domingo como o sétimo dia. Tais calendários estão agora começando a aparecer nos EUA também. A intenção enganosa é fazer as pessoas crerem que o domingo é o sétimo dia bíblico que os cristãos devem observar.

A mais curiosa e irracional tentativa de defender o domingo como o sábado neotestamentário é, provavelmente, a de Harold Camping, Presidente e Fundador da emissora Radio Family—um ministério internacional de rádio e TV com estações poderosas em várias partes do mundo. Seu livreto Sunday: The Sabbath? e suas palestras por rádio e TV influenciam incontáveis cristãos em muitas partes do mundo.

Por muitos anos Camping tem ensinado que a ressurreição de Cristo no domingo assinala o fim da observância judaica do sábado e o início do domingo como um novo sábado cristão. O que é inusitado a respeito da teoria de Camping é a forma como ele defende sua posição, torcendo os relatos da ressurreição de Cristo como se acham em Mateus 28:1, Marcos 16:1, 2 e João 20:1. Quanto eu saiba, nenhum erudito observador do domingo apóia sua interpretação arbitrária dessas passagens. Contudo, seus pontos de vista são amplamente aceitos por um crescente número de cristãos.

Uma razão para a popularidade de Camping é o seu apelo à inerrância da Bíblia. Ele escreve: “Em seus autógrafos originais, ou manuscritos, a Bíblia é a infalível Palavra de Deus. É completamente inerrante. Não contém erros de qualquer forma que seja. Isso se dá porque os manuscritos originais foram ditados por Deus” (p. 1).

A inerrância para Camping significa que Deus controla tais detalhes como o uso singular ou plural da palavra “sábado”.
“Se Deus o tivesse desejado no plural [ou seja, a palavra sábado], Ele teria escrito no plural. Como vimos anteriormente, Deus insiste neste princípio em Gálatas 3:16 onde Deus fala de um verso na Bíblia onde a palavra ‘semente’ aparece no singular. Ele acentua que se trata do termo no singular, ‘semente’, não no plural ‘sementes’” (p. 3).

A inerrância para Camping significa que Deus ditou se uma palavra devia ser plural ou singular. Se isso fosse verdade então a linguagem da Bíblia seria a do Espírito Santo que ditou cada palavra a seus escritores. Tal noção é desmentida pela diferença em estilo, vocabulário e construção de sentença entre os vários livros da Bíblia. A gramática da Bíblia é humana, não divina. Isso é exemplificado pelo próprio exemplo de Gálatas 3:16 empregado por Camping.

Em Gálatas 3:16 Paulo argumenta que as promessas de Deus à semente de Abraão referem-se a Cristo, porque a palavra “semente” é singular, não plural. O fato é que no grego a palavra para semente-sperma, é um termo coletivo empregado com sentido tanto singular quanto plural. O próprio Paulo emprega a mesma palavra sperma poucos versos depois numa forma plural quando fala dos crentes como sendo “semente de Abraão e herdeiros conforme a promessa” (Gál. 3:29). O fraco argumento paulino dificilmente dá apoio à alegação de Camping de que “Deus fala de um verso na Bíblia onde o termo singular ‘semente’ aparece no singular” (p. 3).

Deus não pode ser responsabilizado pelo falho argumento gramatical paulino. Este ponto será esclarecido brevemente em nosso estudo dos argumentos da inerrância. Veremos que pessoas como Camping argumentam em prol da inerrância para justificar suas crenças doutrinárias. Por fim, a preocupação deles é justificar a validade de seus ensinos, antes que provar que a Bíblia é absolutamente livre de erros.

Durante os últimos 10 anos tenho recebido não menos do que 50 exemplares do livreto de Camping, Sunday: The Sabbath? [Domingo: O Sábado?], bem como centenas de mensagens de pessoas confusas por seus ensinos. No sábado passado, 16 de agosto de 2003, um irmão adventista levantou-se com um exemplar do livreto de Camping num encontro no Brooklyn, NY. Ele me perguntou se eu havia dado resposta a seus argumentos. Eu lhe garanti que faria isto neste boletim. A razão porque tenho ignorado Camping durante os últimos 10 anos, é simplesmente porque sua interpretação dos textos bíblicos é tão irracional que nem merece uma análise erudita.

Os Ensinos de Harold Camping

Em termos simples, Camping tenta provar, basicamente firmado em Mateus 28:1 e textos relacionados (Marcos 16:1, 2; João 20:1), que a ressurreição de Cristo no domingo assinala o término do sábado do Velho Testamento e a inauguração do domingo como novo sábado cristão. Ele chega a essa conclusão torcendo o sentido desses textos.

Mateus 28:1 assim reza: “E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” Camping sustenta que essa tradução da Bíblia, bem como as demais versões modernas, estão equivocadas. Por quê? Porque supostamente dão sentido errado ao significado literal de “sábados”, que ocorre duas vezes no texto grego. Em sua opinião o texto devia ser traduzido como segue: “‘No final dos sábados [plural], ao despontar o primeiro dos sábados [não ‘semanas’]” (pp. 4-5).

Com base nessa tradução, Camping conclui que “a frase ‘no fim do sábado’ podia ser expandida para dizer, ‘Agora que a era dos sábados veterotestamentários chegou a um fim. . .’” (p. 8). Semelhantemente, ele interpreta a frase “quando já despontava o primeiro dia da semana” como devendo significar: “Deus tem uma nova era de sábados. É o domingo pela manhã; é o despontar de uma nova era de sábados. . . . Não é somente um sábado que está se iniciando. Deus está ensinando que há uma série toda de sábados a vir. Deus está dizendo, por Sua própria definição, que esses novos sábados são cada e todo domingo” (p. 9).

Segundo Camping, os cristãos têm falhado em perceber sua interpretação do texto, porque os tradutores cometeram dois erros ao traduzir a passagem. Primeiro, traduziram a primeira palavra “sábados”, que é tanto plural quanto singular: “No fim do sábado”. Segundo Camping a frase devia ser “no fim dos sábados [plural]”, isto é, ao final dos sábados do Velho Testamento.

O segundo erro é que traduziram a segunda ocorrência de “sábados” [plural] como singular “semana”. Segundo Camping a frase devia dizer: “ao despontar do primeiro dos sábados—não ‘semana’“ (pp. 4, 5). Ele interpreta isto como querendo dizer a inauguração do domingo como o novo sábado cristão. Vejamos agora quem está errado, Camping ou os tradutores?

CINCO PRINCIPAIS DEFEITOS NOS ARGUMENTOS DE CAMPING

Há cinco principais falhas nos argumentos de Camping que destroem a validade de suas conclusões. Examinemo-las brevemente.
Primeiro, Camping interpreta duas declarações temporais concernentes ao tempo da ressurreição de Cristo, ou seja, “no fim do sábado” e “quando já despontava o primeiro dia da semana” como pronunciamentos teológicos sobre o término do sábado do VT e a inauguração do domingo como o novo sábado cristão.

Tal interpretação arbitrária reflete a falta de senso comum básico. Nenhum estudante sensato da Bíblia consideraria a hipótese de transformar uma declaração temporal concernente à Ressurreição de Cristo, num pronunciamento teológico a respeito do término da observância do sábado e inauguração da observância do domingo. É evidente que falta a Camping a capacidade de raciocinar logicamente. Ele precisa aprender a respeitar a natureza da passagem. Transformar uma declaração temporal num pronunciamento teológico significa violar o sentido intencionado da passagem.

Em segundo lugar, Camping ignora que no grego o plural “sábados—ta sabbata”, é amiúde empregado com um sentido singular. Seu problema não é a sua ignorância. Todos somos ignorantes em muitas áreas. Antes, é sua indisposição em superar sua ignorância por ler alguns léxicos e dicionários padrão que definem o emprego do termo “sábado”. Por exemplo, se Camping tivesse tomado tempo para ler o estudo erudito de 35 páginas do uso de “Sabbaton-Sábado”, como se acha no volume 7 do The Theological Dictionary of the New Testament, (que é o mais respeitado estudo de palavras no NT), ele teria aprendido que “o plural ‘ta sabbata’ [sábados] pode ter três sentidos: 1. vários sábados . . . , 2. um sábado (a despeito do plural) . . . 3. a semana completa, no uso do hebraico” (p. 7). Cada um desses significados é amplamente documentado no artigo. Para efeito de brevidade eu não vou sobrecarregar o leitor com a documentação.

Tivesse Camping tomado tempo para aprender o simples fato de que a forma plural de “sábados” é freqüentemente empregada no grego com o sentido singular de um único sábado, ele não teria cometido o equívoco de interpretar o plural “sábados” como um pronunciamento teológico quanto ao término do sábado do VT e inauguração dos sábados no NT. Teria reconhecido que o texto fala somente a respeito do tempo da Ressurreição, ou seja, ao fim do sábado e despontar do primeiro dia da semana—e não a respeito da mudança do sábado pelo domingo. O problema não está com traduções defeituosas, mas com a ignorância de Camping de como o termo “sábados” era na época empregado.

Em terceiro lugar, Camping ignora um fato básico de que no grego, como no hebraico, o termo plural “sábados-ta sabbata” era comumente empregado para designar a semana como um todo. A razão é que os dias da semana eram numerados com referência ao sábado. Quando os romanos adotaram dos judeus os sete dias da semana pouco antes da era cristã, eles deram a cada dia um nome de um deus planetário. Foi assim que tivemos nossa semana planetária [N.T.: em inglês e outros idiomas]. Mas os judeus e os cristãos primitivos davam nomes aos dias da semana enumerando os dias com referência ao sábado. Assim, Mateus 28:1 corretamente refere-se ao domingo como “o primeiro dos sábados—mia sabbaton”. Essa era a designação comum do domingo.

É lamentável que Camping nunca tomou tempo para aprender esse bem conhecido emprego do termo “sábado” para designar a semana como um todo, bem como os dias reais da semana. Se ele tivesse aprendido este simples fato, não se teria posto a acusar os tradutores de alterarem arbitrariamente a frase “o primeiro dos sábados” como “o primeiro dia da semana” (p. 5). Os tradutores sabiam o que estavam fazendo. É Camping que não sabe sobre o que está escrevendo.

Um bom exemplo da ignorância de Camping é esta declaração: “Não encontramos justificativa bíblica para traduzir a palavra grega ‘sábado’ como ‘semana’“ (p. 5).O fato é que há numerosos exemplos bíblicos do emprego do termo “sábado-sabbaton” para designar a semana. O Young’s Analytical Concordance of the Bible alista nove casos (p. 1041). Um desses é Lucas 18:12, onde o fariseu se vangloria, dizendo: “Jejuo duas vezes por semana (em grego sabbaton)”.
Ao rejeitar o emprego comum do termo “sábado” para designar a “semana”, Camping alega que “Lucas 18:12 devia ser traduzido por, ‘Jejuo duas vezes no sábado” (p. 6).

Essa tradução arbitrária é desacreditada não só pelo emprego comum do termo sábado para designar a semana, mas também pelo fato de que nenhum jejum era permitido pelos fariseus no sábado. O sábado era um dia de regozijo, e nenhum jejum ou lamentação ocorriam nesse dia. Finalmente, o jejum aos sábados foi introduzido pelo Bispo de Roma como um método para desviar os cristãos da guarda do sábado e induzi-los à observância do domingo. Mas este é um acontecimento posterior, totalmente sem relação à prática dos fariseus em jejuar duas vezes por semana. Segundo o Didaquê 8:1—um antigo documento cristão da última pare do primeiro século—os fariseus jejuavam às segundas- e quintas-feiras.

Um quarto fato ignorado por Camping é a continuidade da observância do sábado, especialmente entre judeus cristãos. Seu pressuposto de que o evento da ressurreição de Cristo, como relatado nos Evangelhos, assinala o término do sábado veterotestamentário e a inauguração do domingo como o novo sábado cristão é negado pela continuidade da observância do sábado, especialmente entre os descendentes diretos dos cristãos de Jerusalém (para documentação ver From Sabbath to Sunday, pp. 156, 157). Como podia Mateus, escrevendo a leitores judeus-cristãos, dizer que a ressurreição de Cristo terminou o sábado do VT e inaugurou o domingo como o sábado do NT, quando esses eram ainda “zelosos da lei” (Atos 21:20) em geral e do sábado em particular?

Um quinto e último ponto ignorado por Camping, é a falta de qualquer significado litúrgico ligado ao dia da ressurreição de Cristo no NT. Se Cristo desejasse tornar o Dia de Sua ressurreição um dia memorial a ser celebrado no domingo semanal e no domingo de Páscoa anual, não teria Ele feito algo a respeito? Não teria Ele convidado as mulheres primeiro e os discípulos depois a celebrarem a Ressurreição?

Observem que as instituições bíblicas como o sábado, o batismo, a Ceia do Senhor, todos traçam sua origem a um ato divino que os estabeleceu. Mas nem Cristo nem os apóstolos fizeram qualquer tentativa de estabelecer uma celebração dominical da Ressurreição. A razão é simples. A Ressurreição era vista como uma realidade existencial a ser celebrada por viver vitoriosamente pelo poder do Salvador ressurreto, não uma prática litúrgica a ser observada no domingo semanal ou domingo de Páscoa.

Paulo ora para que pudesse conhecer “o poder da ressurreição” (Fil. 3:10), mas ele nunca menciona o dia da Ressureição. De fato, o domingo nunca é chamado “dia da Ressurreição” no Novo Testamento, nem mesmo na literatura patrística dos primeiros tempos. O primeiro uso da frase aparece nos escritos de Eusébio de Cesaréia (cerca de 325 AD).

Conclusão

Foi uma tarefa desagradável expor as interpretações irracionais e infundadas de Harold Camping. A necessidade surgiu pela influência de seus ensinos que alcançam pessoas ao redor do mundo mediante o seu ministério de rádio e TV, bem como por publicações. Quero crer que Camping seja sincero, mas está sinceramente enganado. Concedamos a ele o benefício da dúvida. De minha parte, estou preparado para ajudá-lo mandando-lhe não só uma cópia de minha resposta, mas também um pacote de meus livros sobre o sábado. Se ele responder, terei satisfação de compartilhar a informação com vocês.

08 Dezembro 2008

Palestras sobre santificação em audio - Vale a pena ouvir

Palestras sobre santificação para o tempo do fim com o pastor Judson Henrique Lino, Departamental da AMSUL.
Baixe as palestras e ouça na sequência.

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03 Dezembro 2008

Origem pagã do domingo é admitido por BATISTAS

O Dr. EDWARD T. HISCOX, autor de um Manual da Igreja Batista, numa conferência para ministros da denominação batista, realizada cm Nova York, no dia 13 de novembro de 1893, leu extenso discurso sobre a mudança do sábado para o domingo.
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Um discurso magnífico, de que não me furto ao prazer de citar trechos para os amigos batistas que nos combatem aqui no Brasil. Esse discurso foi parcialmente reproduzido no The Watchman Examiner, órgão batista editado em Nova York, edição de 16 de novembro de 1893.
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Eis alguns trechos reproduzidos ipsis verbis, como constam do jornal em apreço:
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"Havia e há um mandamento para santificar-se o sábado, mas aquele sábado não era o domingo. Será dito, talvez, e com ostentação de triunfo, que o sábado foi transferido do sétimo para o primeiro dia da semana, com todos os seus deveres, privilégios e sanções.
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"Desejando ardentemente informações sobre este assunto, que tenho estudado por muitos anos, pergunto: Onde se pode achar o relato de tal transferência? Não no Novo Testamento, absolutamente não! Não há na Escritura evidência de mudança da instituição do sábado, do sétimo para o primeiro dia da semana.
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"Desejo dizer que esta questão do sábado – deste ponto de vista – é a questão mais séria e embaraçosa relacionada com as instituições cristãs que atualmente reclamam a atenção do povo cristão; e a única razão por que não é ela um elemento de perturbação no pensamento cristão e nas discussões religiosas, é porque O MUNDO CRISTÃO A TEM ACEITADO com a convicção de que se efetuou qualquer transferência já no princípio da história cristã. ...
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"É para mim incompreensível que Jesus, vivendo durante três anos com Seus discípulos, conversando com eles muitas vezes sobre a questão do sábado, tratando-a nos seus vários aspectos, ressalvando-a das falsas interpretações, nunca Se referisse a uma transferência desse dia; mesmo durante os quarenta dias de vida após Sua ressurreição, tal coisa não foi indicada. Nem tampouco, quanto ao que saibamos, o Espírito Santo, que fora enviado para lhes fazer lembrar tudo quanto haviam aprendido, tratou desta questão. Nem ainda os apóstolos inspirados, pregando o Evangelho, fundando igrejas, aconselhando e instruindo, discutiram ou abordaram este assunto.
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"Além disso estou bem certo de que o domingo foi posto em uso como dia religioso, bem no princípio da história cristã, pois ASSIM APRENDEMOS DOS PAIS DA IGREJA e de outras fontes. MAS QUE PENA TER VINDO ELE ESTIGMATIZADO COM A MARCA DO PAGANISMO E CRISMADO COM O NOME DO DEUS SOL, QUANDO ADOTADO E SANCIONADO PELA APOSTASIA PAPAL, E DADO AO PROTESTANTISMO COM UM LEGADO SAGRADO." (Grifos e versais nossos).
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Aí está uma confissão honesta. O domingo não tem sanção escriturística. É invenção humana e procede de fonte impura: paganismo.
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Vamos citar outra confissão honesta relativa à origem extrabíblica do domingo, feita por outro renomado pastor batista e, notem bem, da Primeira Igreja Batista de Dayton, Estado de Ohio, EE. UU. Extraímo-la do The Watchman Examiner, órgão oficial da denominação batista, edição de 25 de outubro de 1956.
O Pastor ALBERT CALHOUN PITTMAN declara textualmente:
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"... aqueles primitivos cristãos sentiram a necessidade de se reunirem em tempos aprazados para a adoração. Assim começaram a se reunir no primeiro dia do semana, para comemorarem a ressurreição de Cristo dentre os mortos.
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"Primitivamente reuniam-se no domingo de manhã porque a domingo não era um dia feriado MAS SIM UM DIA DE TRABALHO NORMAL como os demais. Em uma carta escrita por Plínio ao imperador Trajano, e que tem sido preservada, lemos que aqueles antigos cristãos tinham uma breve reunião ao romper do dia no primeiro dia da semana, cantavam um hino a Cristo, ligavam-se por um voto de companheirismo, partilhavam uma merenda religiosa e EM SEGUIDA RETORNAVAM AO SEU TRABALHO, para os seus labores da semana." (Grifos e versais nossos, para realce)
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Isto quer dizer que o ilustre ministro batista concorda com a realidade histórica; com o fato indestrutível: O DOMINGO É INVENÇÃO HUMANA!!!
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Aqui mesmo no Brasil ocorreu, há 40 anos um fato interessante. Os batistas, movidos de espírito polêmico atacavam, pela imprensa, o aspersionismo e o pedobatismo pelo fato de um órgão presbiteriano defender essas práticas. Num desses ataques, O Jornal Batista aventou a idéia de que não há na Bíblia prova taxativa para justificar o batismo de crianças, e isso era uma razão para não o aceitar. Em réplica, O Puritano, órgão então oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil, editado no Rio em edição de 7 de maio de 1925, afirmava:
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"Se, pelo fato de não termos na Bíblia uma prova absoluta e taxativa para o batismo infantil, isto tira o valor da doutrina, diga-nos aqui à puridade o bom do Jornal [órgão batista]: em que fica o colega com a guarda do domingo e não do sábado? Pode o colega mostrar no Novo Testamento, de modo positivo, um mandamento para mostrar a guarda do domingo? DAMOS DOIS MIL CONTOS ao colega se no-la apresentar. ..." (Grifos e versais nossos).
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E o órgão batista mudou de conversa... perdeu ótima oportunidade de abocanhar dois milhões de cruzeiros, naqueles tempos... Por quê? Porque a guarda do domingo, bem como o aspersionismo e o pedobatismo, são práticas pagãs que se infiltraram na igreja cristã. Gradativamente, em função da apostasia e da acomodação com o Estado. É o que nos diz a História. Mas a nossa regra de fé é a Bíblia, e o que nela não consta, deve ser rejeitado.
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Bem, noutro tópico eu chamei a atenção do nosso irmão Marlington quanto ao uso da palavra "hipócrita" que creio ser muito severa. Acho que seria melhor dizer "incoerente", pois realmente se aceitam a validade e vigência do 4o. mandamento como princípio originário da criação do mundo, portanto moral e universal, então não há porque acatar o que vem da mera tradição católica, como é o domingo. E, pior, vem do mais negro paganismo, como pastores batistas admitiram.
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02 Dezembro 2008

Palestras na IASD de Brotas/SP